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19 de março de 2018

Dashboard Confessional Ao Vivo

Depois de muito tempo, o tão esperado dia de ver o Dashboard Confessional ao vivo chegou. Em 2016, eu tive uma tentativa malsucedida de vê-los em Porto Alegre, quando eles abriram para o Maroon 5, porque eu cheguei tarde ao local, a fila para entrar estava quilométrica e só deu tempo de ver (de muito, muito longe) eles tocando duas músicas. Então, desde que eu vim para Toronto, eu estava só aguardando eles entrarem em turnê para pegar um show deles por aqui... Quando saiu a data, no final do ano passado, eu surtei.

Chris Carrabba, do Dashboard Confessional

Fonte: Timothy Nguyen

O Dashboard Confessional foi uma das bandas mais significativas da minha adolescência, junto com Hanson, Lifehouse, Charlie Brown Jr. e CPM 22. Mesmo depois de mais velha, eu segui acompanhando a carreira deles e ouvindo as músicas que marcaram tanto a minha vida anos mais cedo. Para quem não conhece, o Dashboard Confessional é uma banda emo de rock alternativo de Boca Raton, California, que começou sua carreira em meados de 1999. Eu conheci eles alguns anos depois, quando a música "Hands Down" começou a fazer sucesso na mídia. Desde então, o Dashboard é uma das minhas bandas favoritas.

Na verdade, a banda meio que se resume em um homem: o incrível Chris Carrabba. Na minha opinião, ele é o melhor compositor de todos os tempos — e, "Hands Down", a melhor música escrita até hoje. Diferente do Ed Sheeran, outro compositor que eu acho fantástico, que faz poesia em forma de música, o lance do Chris Carraba é escrever sobre sentimentos intensos, como amor e dor, com metáforas inusitadas e palavras estranhas, mas que ilustram perfeitamente momentos e situações de nossas vidas. Isso é, para mim, o que faz tanta gente se identificar com as suas músicas. Eu, até hoje, ainda consigo me enxergar nas letras que ele escreve.

Chris Carrabba, do Dashboard Confessional

Fonte: Timothy Nguyen

Da mesma forma como aconteceu no show do Lifehouse, ver o Chris Carrabba de pertinho foi surreal. Se, em algum momento, ele colocou os olhos em mim, deve ter achado estranha a cara de "apaixonada" que eu estava fazendo para ele... Mas é admiração para caramba, eu não saberia como olhar para ele de outra forma. Sendo bem sincera, eu acho difícil colocar em palavras o que a gente sente quando coloca os olhos em nossos ídolos na vida real, porque são pessoas que estão impregnadas em nossas vidas, de alguma forma.

Enfim, o show foi maravilhoso. Eu cheguei cedo e consegui ficar na grade, podendo ver de pertinho aquele espetáculo de homem. Achei ele extramemente carismático e engraçado, para uma pessoinha tão pequena — ele tem apenas 1,65m de altura. E, apesar de ser um rostinho bonito (o que faz as mulheres derreterem e gritarem muito durante o show), muitos caras na minha volta elogiaram ele ao final de algumas músicas, dizendo que ele era incrível, talentoso e coisas do tipo. Bom, ele é mesmo.

Aliás, como resistir a homens que se vestem bem e têm sorrisos maravilhosos? É uma pena que o Chris não é mais alto, porque ele seria... Perfeito. #abafa

Apesar de ter lançado um novo álbum recentemente, chamado "Crooked Shadows", o setlist do show teve bastante música antiga. O que foi ótimo, porque eu não só conhecia todas as músicas, mas sabia cantar a maioria. Aliás, uma das coisas que eu amo sobre o Dashboard é que a plateia faz parte do show... O Chris sempre reserva trechos das músicas para a galera cantar sozinha e o fato de que todo mundo realmente canta junto é incrível. Isso faz a experiência do show ainda melhor.

Chris Carrabba, do Dashboard Confessional

Fonte: Timothy Nguyen

Ao voltar ao palco para o encore, ele tocou "Hands Down". A plateia cantou a música inteira em alto e bom som, inclusive moi. A energia foi incrível, sem palavras... E, para fechar com chave de ouro, na última música do show, "Heart Beat Here", uma menina gritou "sexy motherfucker" e fez todo mundo cair na gargalhada... Inclusive o Chris, que precisou de alguns segundos para se recuperar e continuar o verso seguinte da música. Foi hilário. Saí de lá me sentindo nas nuvens... Melhor dia do meu ano? Com certeza.

Eu filmei quase todas as músicas do show, já que estava na grade e podia ficar com o braço escorado o tempo inteiro. Postei todas elas no Instagram, então quem quiser e tiver a oportunidade de correr lá e assistir os vídeos, faça isso. Eu sei que a banda não é muito conhecida, mas me surpreendi com o comentários de alguns amigos que falaram que também adoram eles... Orgulhinho.

Por falar nisso, eu acho incrível como a maioria dos shows aqui em Toronto esgota em questão de horas... O Dashboard Confessional divulgou a data do show pela newsletter da banda e, assim que começou a venda, não tinham mais ingressos disponíveis. Por sorte, eles abriram uma segunda data, que esgotou também em seguida. Orgulhinho, orgulhinho. Eu fui só no segundo dia.

Este ano será recheados de shows... Dashboard Confessional foi o primeiro do ano, abrindo a sequência em grande estilo, mas os próximos também são promissores: Demi Lovato, Phillip Phillips, Sam Smith, Ed Sheeran e Niall Horan (até agora). E vocês? Estão animados para ver alguém ao vivo este ano? Eu sou bem suspeita para falar, mas música ao vivo é uma das melhores coisas da vida... Sem dúvidas.

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2 comentários em "Dashboard Confessional Ao Vivo"
  • Hands down é uma música insuspeita que vira e mexe algum amigo da Disney fala "cara, adoro essa música, me lembra nosso ICP!" Eu deixei de vê-los uns anos atrás quando tocaram no Tropical em SP... Por preguiça! Era tipo 65 dilminhas, me arrependo =/

    O show do NIall é um que eu iria se tivesse uma cia, os singles dele são os melhores dos ex 1D de longe (não entendo o hype do Harry Styles, a música é bem... bleh)!

    • Oi Vy!
      Legal saber que tu também curte Dashboard Confessional... Aí no Brasil, eles nunca ganharam muita atenção e eu não conheci ninguém que também curtisse eles na época em que eu comecei a ouvir. Mas, ó, uma pena você não ter ido ao show quando teve oportunidade, porque o Chris faz o show valer muito a pena. Ele é incrível! <3
      Sobre o Niall, concordo com você. Eu nunca acompanhei o 1D, mas conhecia as músicas mais famosinhas e que tocavam no rádio com mais frequência. Quando o grupo se separarou e eles começaram a lançar músicas em carreira solo, o Niall foi o que mais me chamou a atenção. Não curto muito o trabalho do Harry. Inclusive, depois do Niall, eu ainda prefiro o Zayn... Hahaha! Mas agora é sentar e esperar, porque o show do Niallzinho é só em setembrooooo... =/
      Beijocas =*