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18 de agosto de 2019

Blink-182 e Simple Plan no Budweiser Stage

Em 2009, eu assisti o Blink-182 ao vivo pela primeira vez aqui em Toronto e foi uma experiência incrível. Dez anos mais tarde, no início deste verão de 2019, eu tive a oportunidade de ver os meninos de novo. Eu acho que nem preciso dizer que, mais uma vez, foi um show maravilhoso. Eu curto o Blink desde a minha adolescência (por influência do meu irmão, que sempre me indicou bandas e artistas legais para ouvir) e nada é melhor do que ver as bandas que gostamos tocando ao vivo, né? Ainda mais quando é um show com uma energia contagiante e super para cima como a deles...

Fonte: Soundcheck

Como de costume, eu fui ao show sozinha. Sete de julho foi um belo domingo de sol, um dia perfeito para aproveitar um show ao ar livre. Eu saí de casa por volta das seis da tarde, rumo ao Budweiser Stage, um anfiteatro na beira do Lago Ontario (no mesmo lugar onde eu assisti eles em 2009, por sinal). A abertura do show foi por conta do Neck Deep e do Simple Plan, que é uma das minhas bandas favoritas. Eu não fazia muita questão de assistir a primeira banda, mas quando eu cheguei lá, eles ainda estavam tocando. Pouco tempo depois, o Simple Plan entrou no palco.

Este foi o meu quarto show do Simple Plan (por enquanto, né?) e o que eu posso dizer é que o show deles é sempre maravilhoso. Obviamente, eu conhecia todas as músicas que eles tocaram e cantei alto no show inteiro, mesmo as músicas que ninguém em volta de mim sabia a letra. Foi um show mais curtinho do que de costume, já que eles não eram a atração principal, mas eu aproveitei igual.

Fonte: Soundcheck

O show já começou animado, com “I'd Do Anything”, que é uma das minhas músicas favoritas da banda. O setlist teve só 14 músicas, mas a seleção foi boa, pincelando um pouco de cada álbum e os maiores hits da banda. O pessoal que estava no show curtiu quando eles tocaram músicas mais antigas, como “Shut Up”, ”Jump” e “I'm Just A Kid”. Eles também tocaram as minhas adoradas “Addicted”, “Boom!“ e “Jet Lag”.

Fonte: Soundcheck

Fonte: Aesthetic Magazine

O show do Simple Plan terminou perfeitamente com “Perfect“, que fez todo mundo cantar em uníssono. E a música é linda de qualquer forma — provavelmente a balada de maior sucesso deles — então é sempre legal ver ao vivo. Em resumo, foi mais um show impecável da banda e o Pierre Bouvier estava uma graça, como sempre. Eu confesso que eu estava mais animada para ver o Simple Plan de novo do que o próprio Blink-182, mas poder ver as duas bandas no mesmo show foi ainda melhor.

Fonte: Soundcheck

Quando o Simple Plan saiu do palco, para a minha tristeza, eu notei que meu ombro estava doendo muito — eu estou lidando com tendinite no ombro desde o final do ano passado. Mas não poder me mexer muito durante durante o próximo show, ou sequer levantar o braço, não era pior do que saber que eu não tinha nenhum remédio para ajudar a amenizar um pouco a dor. Por dentro, eu estava chorando de dor. Por fora, eu tinha um sorriso desbotado no rosto. Nem tudo é perfeito.

Um pouco mais de trinta minutos mais tarde, o Blink-182 entrou no palco. A galera foi à loucura quando o solinho de guitarra de “Dumpweed” começou a tocar. Bom, a verdade é que, não importa qual música eles estejam tocando, é sempre alguma muito boa. Não tem erro! A segunda música foi “Don't Leave Me”, e eu até me esqueci um pouco que o meu ombro estava doendo... Eu amo essa música, com certeza é uma das minhas favoritas. Cantei bem altooooooo...

Fonte: Aesthetic Magazine

Eles tocaram bastante músicas mais antigas, que era o que o público estava torcendo ouvir, já que era um show comemorativo de 20 anos do álbum “Enema of the State”, provavelmente o mais popular da banda. O show continuou com “Aliens Exist”, “Going Away to College” e então “What's My Age Again?”, causando mais uma explosão na plateia. É sempre engraçado ver os caras pulando e dançando quando uma música mais popular começa a tocar... Mesmo com dor, eu estava me divertindo.

Depois de “Dysentery Gary”, eles tocaram “Adam's Song” e ”All The Small Things”, outras músicas bastante populares do álbum ”Enema of the State”. Por falar nisso, quando essas músicas mais conhecidas tocam, é difícil não sentir falta do Tom DeLonge, que saiu da banda definitivamente em 2015, no palco. O substituto, Matt Skiba, não chega nem aos pés dele. A voz do Tom é única, muito característica, e as músicas perdem um pouca da essência quando cantadas por outra pessoa... Enfim, é o que temos. :sad:

Fonte: Soundcheck

O show seguiu com “The Party Song”, “Mutt”, “Wendy Clear”, ”Family Reunion” (essa música é hilária — são só palavrões por 36 segundos) e ”Anthem”. Passando da metade do show, eles desaceleram um pouco e cantam “Down” e ”Wasting Time” em versão acústica. No palco, apenas Mark Hoppus e Matt Skiba.

E, então, os dois saem do palco e quem volta é o batera Travis Barker, com o seu famoso solo de bateria. Da mesma forma como aconteceu no show que eu vi em 2009, ele fica por alguns minutos tocando sem parar, enquanto a bateria sobe, desce e gira dentro de uma estrutura de metal, permitindo que ele toque até de cabeça para baixo... É bem doido. Muitas palmas e gritos nessa parte do show.

Fonte: Aesthetic Magazine

Chegando ao final do show, seguimos com “Bored to Death” (essa música é beeem underrated, mas é tão boa, né?) e “Built This Pool”. Quando “I Miss You” começa a tocar, dá um aperto no peito de não ver o Tom no palco, mas a gente segue em frente mesmo assim. A esta altura do campeonato, eu já estava torcendo para o show acabar de uma vez, porque eu não aguentava mais de dor no meu ombro e queria ir pra casa para chorar deitar na minha cama e ficar quietinha... :crying:

O setlist terminou com ”Cynical”, ”First Date” (let's go, don't wait, this night‘s almost over, honest, let's make this night last forever, forever and ever, let's make this last forever...) e ”Dammit”, que é uma das melhores músicas da banda, na minha opinião. Foi animal! Um showzaço da porra, com o perdão da palavra. Daí a banda saiu do palco, deixando um gostinho de quero mais...

Fonte: Soundcheck

Eu não sei quando terei a chance de ver o Blink tocando ao vivo de novo, mas se eles vieram para Toronto, estarei lá novamente — espero que, dessa vez, sem dor alguma. Mas, mesmo com o ombro queimando de dor, eu consegui aproveitar o show e me diverti bastante. Impossível não aproveitar, né? Que venham os próximos shows... Eu estou pronta!

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1 comentário em "Blink-182 e Simple Plan no Budweiser Stage"
  • Gostei do seu post, seu site é muito bom mesmo, estou toda semana visitando e lendo seus artigos.

    Parabéns!