4 de junho de 2013

Sobre crianças pequenas…

Eu adoro crianças. Ponto. Simples assim. Apesar de eu não ser do tipo que fica paparicando e mimando esses seres em miniatura tão fofos e “mordíveis”, eles parecem sempre gostar de mim também. Eu tenho facilidade para fazer crianças sorrirem e rirem para mim e gosto de ser a louca que fica fazendo bobeiras para alegrar o dia delas. Bom, como se eu não fosse assim sempre, néam? Falar besteiras e ser a palhaça da turma é o meu hobby.

Crianças pequenas...

Mas com crianças é uma outra história, é algo que eu não sei como explicar e que está presente em mim desde que eu nasci. Me lembro quando eu era mais nova, que eu adorava brincar com crianças mais novas que eu, mesmo eu também sendo criança. Gostava de dar aula e ensinar, de cuidar enquanto os adultos estavam ocupados e entreter, fazer brincadeiras e me divertir junto. Com o tempo, todas as crianças a minha volta cresceram, mas a paixão por estes monstrinhos permanece.

Algo que constantemente me encanta é observar crianças aleatórias e suas atitudes… Crianças que eu não conheço, filhos de desconhecidos na rua, no shopping, em lojas, em parques, em qualquer lugar. Elas me chamam a atenção. Sempre. Gosto de ver como elas ficam concentradas enquanto estão tentando desvendar algo, das caras de sapecas que fazem quando estão aprontando alguma arte e, principalmente, quando cruzam o olhar pelo meu e abrem um sorriso gostoso. E é fato: se existe uma criança perto de mim, independente de onde eu esteja, pode apostar que eu já reparei nela, mesmo que por alguns segundos.

E crianças risonhas são as melhores. Faço caretas, sons estranhos, aperto aqui e ali, simulo pegadinhas com a ponta dos dedos, me escondo, pulo, faço o que tiver que fazer… Não tem preço ver ela rir de volta para ti. Mas assim como elas, eu não gosto de dividir a atenção delas com mais ninguém. Se já tem alguém brincando ou paparicando, eu fico longe, nem chamo a atenção. Mas quando vejo que ela está sozinha e distraída, eu a conquisto aos pouquinhos, meio sem querer, até ela gostar de mim e não querer mais parar de brincar comigo. Sim, eu sou do mal.

Sempre quis ter irmãos mais novos, mas eu sou a caçula da família. Depois de uma leva de primos todos da mesma idade, vieram dois retardatários, mas como eles viraram a atração dos outros primos e das tias, nunca briguei muito para ter a atenção deles. Mas creio que a nova geração está vindo: a dos filhos dos meus irmãos, primos e amigos. Se minha vida tivesse ido de acordo com o planejado, eu já gostaria de ser mãe. Teria sido mãe anos atrás, na verdade. Mas acho fundamental que tudo esteja muito bem estruturado (pessoalmente, profissionalmente e financeiramente) antes de dar este passo. Sendo assim, acho que eu ainda preciso de mais alguns anos para chegar nesta etapa. Paciência!

A boa notícia é que este ano eu vou ser tia e dinda pela primeira vez… Minha irmã está gravidinha e ganha o Miguel em setembro deste ano. A data ainda não está certa, afinal, é ele quem vai escolher o dia para nascer… Não sei como vai ser, mas espero ser uma dinda legal. Tenho certeza de que ele vai ser muito sapeca, brincalhão e inteligente e não vejo a hora de poder me divertir com ele. Espero que setembro chegue logo então, porque criança é uma delícia, néam? Eu adoro.

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9 comentários em "Sobre crianças pequenas…"
  • Ah, mil parabéns para sua irmã! E para você também, titia e madrinha, coisa mais linda! Eu sou suspeitíssima pra falar de crianças, né? Assim como você também viro palhaça quando vejo um pequeno, meu filhote que o diga!
    Felicidades com a nova geração de pequerruchos, aproveite bastante, muita saúde e tudo de bom pra sua irmã e pro bebê! Beijocas!

  • Criança pequena alegra a casa de um jeito… Eu sou babona de bebê assumida, especialmente com as gêmulas da minha prima, que são as coisas mais fofas da Terra.
    Eu tô aprendendo a gostar de crianças mais velhas, por conta da minha profissão, mas tem horas que eles são uns capetinhas e me tiram do sério

  • Tenho uma priminha que personifica a doçura da criança pequena. Ela é boazinha que só e quase me mata de amor quando pede pra eu brincar mais um pouquinho antes de ir embora. Se você gosta tanto de criança desse jeito, impossível não ser uma dinda maravilhosa pro Miguel. Amo esse nome <3 Parabéns pelo afilhadinho que está chegando!

    Ótimo texto!