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11 de maio de 2018

A Volta de The 100

Eu juro a vocês, eu acho que eu nunca aguardei tanto a volta de um seriado quanto por esses longos 11 meses de espera para o retorno de The 100. No final do ano passado, eu substituí o meu vício de seriados por filmes, mas continuei contando os dias para a volta da quinta temporada do seriado, no dia 24 de abril, que é o meu favorito atualmente — numa disputa acirrada com Supernatural, que tem sido o meu favorito soberano por anos. Desde então, o calendário meio que parou no tempo e o tão esperado dia parecia não chegar nunca. Foi uma espera agoniante...

Clarke Griffin em The 100

Fonte: Spoilers Guide

Para quem não conhece o seriado, uma breve introdução... Uma guerra nuclear acabou com a vida na face da Terra e somente cerca de 400 pessoas, que já estavam morando em 12 estações espaciais na órbita do planeta, sobreviveram ao incidente. Quase cem anos depois, os responsáveis por estas estações resolvem enviar 100 prisioneiros (todos menores de 18 anos) da “Arca” para a Terra, a fim de verificar se a superfície terrestre está habitável novamente e garantir a sobrevivência do restante da população da Arca, que está vivendo com recursos limitados. No entanto, quando os 101 jovens (incluindo Bellamy Blake, o irmão mais velho de uma das prisioneiras, que veio escondido na nave para tentar protegê-la dos perigos dessa nova vida incerta) chegaram ao solo, descobriram que outros humanos, chamados de “grounders”, já estavam morando lá e não estão dispostos a dividir a sua morada.

Na primeira temporada, a história gira em torno das decisões de dois líderes rivais que se formam entre os 100 para garantir a sobrevivência de sua própria raça contra os grounders: Clarke Griffin, a filha da médica da Arca, e Bellamy Blake, o intruso. Clarke tenta estabelecer comunicação com a Arca, mas Bellamy faz de tudo para a impedir, porque acredita que será condenado por suas ações antes de embarcar ilegalmente na espaçonave. Sua irmã, Octavia Blake, é uma garota rebelde e acaba se envolvendo com um integrante da tribo Trikru, um grounder, o que complica ainda mais a guerra em que se encontram.

Nas temporadas seguintes, muitas coisas insanas acontecem, mas eu não quero dar spoiler ou contar todo o desenrolar da história até o final da quarta temporada... O resumo do resumo é que a superfície da Terra se torna inabitável novamente e todos os habitantes, Skaikru (as pessoas que vieram da Arca) e grounders, são forçados a irem morar abaixo da terra, em um bunker.

Clarke e Madi em The 100

Fonte: Spoilers Guide

Clarke e Madi em The 100

Fonte: Spoilers Guide

Eu poderia citar vários motivos pelos quais eu amo este seriado, mas só vou citar dois...

O primeiro é a relação entre a Clarke e o Bellamy, que começou pela rivalidade, foi oscilando entre ódio e amor, e se tornou o vínculo mais forte entre todos os indivíduos da Arca. Existe confiança, camaradagem e admiração entre os dois. Eles conversam através de olhares, complementam as qualidades um do outro e sempre conseguem se fazerem mais fortes. Eles sabem que podem depender e contar com o outro, sem dúvida alguma, e não pensam duas vezes ao arriscar a própria vida para salvar a sua outra metade. E, veja bem, eles (ainda) não têm vínculo romântico algum — apesar de o ship ser forte.

Clarke Griffin em The 100
Clarke Griffin (Eliza Taylor) no episódio “Eden” de The 100

Fonte: Spoilers Guide

Bellamy Blake em The 100
Bellamy Blake (Bob Morley) no episódio “Sleeping Giants” de The 100

Fonte: Spoilers Guide

Para mim, é meio que relationship goals, sabe? É sempre ir até o limite para garantir que o outro está bem e não ter medo de ser vulnerável na frente da pessoa... Melhor do que isso, é saber que pode ser vulnerável e ter a certeza de que o outro falará exatamente o que você precisa ouvir. No seriado, a Clarke é a cabeça e o Bellamy é o coração, e o equilíbrio entre os dois é o que os tornam tão fortes juntos.

Bellamy e Clarke em The 100

Fonte: Digital Spy

Além disso, os atores que interpretam os personagens, Eliza Taylor e (meu amado) Bob Morley, têm uma química de botar inveja em qualquer casal. O jeito que eles olham um para o outro, os abraços, os toques despretensiosos, a fala suave... O fandom vai à loucura e, sinceramente, o meu coração #bellarke também não aguenta. É muita emoção! Preciso desses dois juntos... Logo!

O segundo motivo é apenas (e ninguém menos do que) a Octavia Blake, minha rainha. Ela, que começou como uma garotinha mimada, desafiando todas as ordens do irmão para provar ser dona de si, acabou se tornando a mulher mais poderosa de toda a população. Ela é destemida, forte, cheia de garra e justa. Ela tem o coração no lugar certo e vive sob seus próprios princípios, mesmo que isso signifique arriscar a sua própria vida. Ela é mulher pra cara**o, uma inspiração de coragem e perseverança.

Octavia Blake em The 100
A belíssima Octavia Blake (Marie Avgeropoulos) em The 100

Fonte: Box Office Buz

Desde o início, a história mostra como a relação entre irmão e irmã é importante e isso segue ao longo de todas as temporadas do seriado. A única pessoa mais importante que a Clarke na vida do Bellamy é a sua irmã mais nova, por quem ele vai até o inferno (e volta) para manter sã e salva. E, apesar de amar de paixão o Bellamy, a Octavia é a minha personagem favorita de todos os seriados que eu assisto atualmente, sem sombras de dúvidas. Sem falar que a atriz, Marie Avgeropoulos, é linda de morrer, né? Socorro!

Octavia Blake em The 100

Fonte: Spoilers Guide

A quinta temporada de The 100 está sensacional! O terceiro episódio foi exibido nesta última terça-feira e eu estou tentando acompanhar semana a semana, fazendo plantão na frente da televisão. Na semana que vem, vai rolar o reencontro entre Clarke e Bellamy e, provavelmente, entre Bellamy e Octavia também, e eu não sei se continuarei viva para fazer os devidos comentários no Twitter... De verdade, esse seriado está matando a pau e não tem pra mais ninguém.

Inclusive, estarei esperando por um outro abraço épico de #bellarke...

Abraço épico da Clarke e do Bellamy...
Abraço épico da Clarke e do Bellamy...

Obrigada, de nada.

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