05 set 2014

Realizando um sonho...

Postado às 17:37 | 19 comentários
Categorias: Pessoal

Sei que andei sumida do blog pelas últimas semanas, mas foi por um bom motivo... Eu estava organizando os últimos detalhes da minha viagem de férias, que, na verdade, era muito mais do que isso. Desde o início do ano passado (sim, eu gosto de planejar tudo com muita antecedência), eu comecei a pensar como gostaria de comemorar os meus 30 anos e então cheguei à ideia perfeita. Como não sou muito fã de festas, decidi que a comemoração para esta data seria viajar para New York City e passar o 28 de agosto lá... Sozinha.

Planejando a minha viagem de 30 anos...

Desde muito nova, um dos meus sonhos sempre foi conhecer os Estados Unidos e, se possível, morar lá por algum tempo... Amo o idioma (estudo inglês desde os 10 anos de idade) e sou muito ligada à cultura deles; sou apaixonada por diversos artistas de lá, bandas, cantores, autores, seriados, marcas e até o próprio estilo de vida. Sempre achei que nasci no país errado, porque tudo o que eu gosto e me interesso vem lá de cima. Há alguns anos, fiz um programa de intercâmbio e morei no Canadá por 8 meses, mas apesar de ter amado o país (de verdade), meu objetivo sempre foi os states. E já estava mais do que na hora de riscar esse item da minha bucketlist...

O plano era passar o aniversário em New York, mas eu resolvi adicionar um bônus ao meu presente... Um dos meus seriados favoritos de todos os tempos é Dawson's Creek e, por conta disso, sempre ouvi falar muito de Boston, capital do estado de Massachussets. A história se passava em Capeside, uma pequena cidade fictícia no litoral de Massachussets e que ficava perto de Boston. Em um dos episódios, Jen (Michelle Williams) e Joey (Katie Holmes) embarcam em uma viagem de trem de Boston a New York City, para visitar algumas universidades e escolas da região. Não sei porquê, mas depois de assistir aquilo, fiquei com vontade de fazer o mesmo e percorrer aquele trajeto de trem até NYC também... E voilà! Este seria o roteiro da minha viagem.

Boston, Massachussets

New York City, NY

No final do ano passado, eu comprei as passagens aéreas e reservei os hóteis em ambas as cidades, definindo as datas de ida e volta da viagem e encaixando com as minhas férias da empresa. Em maio deste ano, eu fui para São Paulo para fazer o visto americano (farei um post explicando e falando mais sobre o processo) e, depois de todos os acertos finalizados, entrei em clima de contagem regressiva, aguardando ansiosamente para a viagem dos meus sonhos.

A Viagem

Dia 21 de agosto eu embarquei para os Estados Unidos, fazendo escala no Rio de Janeiro e depois em Atlanta (Georgia), chegando em Boston na sexta-feira, dia 22. Passei 4 dias explorando e me apaixonando por cada detalhe da cidade e depois peguei um trem rumo à Big Apple, desembarcando na região central da cidade, na famosa Penn Station (que fica abaixo do Madison Square Garden). Os outros 6 dias de viagem foram para conhecer os pontos turísticos da cidade mais famosa do mundo, bater perna pelas ruas e conhecer um pouco de cada bairro de Manhattan e fazer muitas compras.

Caminhei como se não houvesse amanhã e meus pés viraram duas grandes fontes de tortura, que pediam descanso a cada meia hora de percurso e muito spray de cânfora para aliviar a dor. Tirei muita foto, comprei muita roupa e fiquei encantada com alguns lugares que visitei. As duas cidades são lindas, de formas bem diferentes. Adorei poder falar em inglês com várias pessoas (dei até informações na rua para algumas pessoas), andar de um lado para o outro da cidade usando o metrô, ver ao vivo tudo aquilo que eu já havia decorado pelas fotografias e passeios pelo Google Street View meses antes...

Quando chegou o último dia, eu queria rebobinar e começar tudo de novo. Me senti realizada andando pelas ruas de Boston. A cidade é charmosa, tranquila, as pessoas são simpáticas e bastante acolhedoras, fazendo você se sentir em casa. Bom, pelo menos eu me senti. A cidade de New York (bom, Manhattan, mais especificamente) é muito parecida com Toronto e, portanto, não me surpreendeu tanto. A energia é ótima, tudo funciona o tempo inteiro, as ruas estão sempre cheias, as pessoas são bem diferentes, algumas bem estranhas inclusive, mas ninguém se importa com isso, na verdade. É uma mistura cultural enorme (você escuta diversos idiomas enquanto caminha por lá), mas achei que as pessoas são um tanto mal-educadas e estão sempre com muita pressa. Boston é outra história... Não tenho como comparar uma cidade com a outra, porque elas tem proporções completamente diferentes, mas se tivesse que escolher entre morar em uma ou outra, ficaria em Boston, pois acho que combina mais com o momento que estou vivendo agora.

Viajando Sozinha

Aliás, por falar nisso, preciso comentar... Algumas pessoas estranharam o fato de eu querer viajar sozinha (recusei alguns convites de companhia, porque já tinha definido que esta seria uma viagem para mim), mas foi a melhor coisa que eu podia ter feito. Viajar sozinha passa uma sensação única de liberdade, de fazer tudo o que der na telha, sem se preocupar com os planos de outras pessoas. É focar nos seus desejos e objetivos e fazer exatamente o que passar na sua cabeça. É um momento para você mesmo e era exatamente isso que eu estava precisando.

Ando bem instrospectiva, afastada do mundo, refletindo e reavaliando várias coisas da minha vida — e tem sido ótimo... Mais para frente, vou falar um pouco sobre isso aqui no blog, mas por enquanto, estou aqui só para contar que eu finalmente realizei o meu sonho de conhecer os Estados Unidos. E sim, o país é maravilhoso.

Lá é tudo organizado, as coisas funcionam, existe pontualidade e você tem muito mais opções para qualquer coisa. Não é à toa que muitas pessoas querem ir para lá para realizar o "sonho americano"... Acho que é bem por aí mesmo. Conheço pessoas que não curtiam muito o país e, depois que foram para lá, se apaixonaram. Falar mal daqui é fácil, quero ver falar mal estando lá e curtindo tudo de bom que a América tem para oferecer. Claro, sou suspeita para falar, porque sempre amei o país, mas é impossível não voltar de lá entusiasmado... É uma coisa de outro mundo. Incrível demais.

Próximos Posts

Vou organizar todas as informações e fotos que tenho e montar alguns posts falando sobre a viagem e dicas de roteiros para ambas as cidades... Vou publicando aos poucos, sem pressa, pois quero escrever posts bem completos, que ajudem quem realmente quer e está planejando ir para lá. Aguardem novidades. E já aviso, as próximas cidades que quero visitar no país são: Chicago, Baltimore, Los Angeles e San Francisco. Tenho certeza que vou amar cada uma delas, assim como amei Boston e NYC. See you soon, USA!

PS.: Vocês já foram para os Estados Unidos? Quais cidades visitaram? Indicariam alguma delas? Conte-me nos comentários.

17 ago 2014

O que visitar em sua viagem para Toronto...

Postado às 16:19 | 2 comentários
Categorias: Diversão, Viagens

Para amenizar essa saudade absurda de Toronto que anda me matando, eu resolvi falar um pouquinho sobre essa cidade maravilhosa que roubou meu coração em 2009. No ano em questão, fui para o Canadá em um programa de estudo e trabalho e morei lá por oito meses... Até hoje, sinto um aperto no peito ao lembrar dessa época e tenho uma vontade enorme de voltar ao país, para relembrar tudo o que vivi e vi por lá. Mas ao invés de ficar no mimimi, vou aproveitar a nostalgia para contar a vocês sobre a cidade e indicar algumas coisas legais para fazer por lá... Okz?

Toronto, Canadá

Toronto é a maior cidade do Canadá e fica localizada na província de Ontario, a mais populosa do país. A cidade é a capital de sua província e a capital financeira do país, mas não é a capital do Canadá — que é Ottawa, cidade que fica 450km ao norte de Toronto. Com cerca de 2,8 milhões de habitantes, é considerada uma das cidades mais multiculturais do mundo e recebe milhares de imigrantes todos os anos. A cidade fica à beira do Lago Ontario, na região dos Grandes Lagos na América do Norte, e é o maior polo industrial, financeiro e de telecomunicações do Canadá. Além de ser uma cidade bastante segura — sua taxa de criminalidade é uma das menores do país — Toronto tem belas paisagens e conta com uma infra-estrutura de primeira...

E então? O que fazer por lá? Muitíssimas coisas! Vou dar algumas dicas de passeios legais e dos pontos turísticos mais famosos da cidade, mas essa é só a pontinha do iceberg... Coisa para fazer em Toronto é o que não falta. Não é à toa que a cidade é um dos destinos mais procurados por estudantes e turistas em geral. Vamos às dicas?

CN Tower

A CN Tower é a marca registrada de Toronto, não adianta. Além de ser uma das torres mais altas do mundo, é o ponto turístico mais famoso e mais visitado da cidade. Com 553,33 metros de altura, a CN Tower foi construída em 1973 para resolver constantes problemas de comunicações que aconteciam devido à construção de prédios e arranha-céus muito altos no centro da cidade. A torre tem 6 elevadores e possui o equivalente a 147 andares. A subida pelo elevador acontece em poucos segundos, levando os visitantes a um deck de observação com uma vista magnífica da cidade inteira...

CN Tower

Lá em cima, tem os famosos binóculos; vídeos falando de Toronto; o Glass Floor, um piso de vidro que permite que você "caminhe sobre a cidade" lá embaixo; e o EdgeWalk, uma plataforma aberta que deixa você passear ao ar livre a 356m de altura. Se você pagar um pouco mais, pode subir até o SkyPod, um ponto ainda mais alto da torre. O ingresso comum para a entrada na torre é de $32, mas vale muito a pena. E à noite, a vista é ainda mais linda.

CN Tower iluminada à noite...

Endereço: 301 Front Street West
Preço: $32 (Adulto)

Nota: Aconselho o almoço ou a janta no 360 Restaurant, que fica logo acima do deck de observação. A comida é deliciosa, apesar de um pouco cara pela quantidade que é servida nos pratos, mas compensa todo o gasto, pois o restaurante fica (literalmente) girando no eixo da torre enquanto você come. É sensacional...


Rogers Centre

Localizado logo ao lado da CN Tower, o Rogers Centre é um estádio de esportes (geralmente futebol americano e beisebol), mais conhecido pelos canadenses como SkyDome. O estádio foi inaugurado em 1989 e pode abrigar até 55 mil espectadores, dependendo do evento ou tipo de jogo que sedia. O diferencial deste estádio é que sua cobertura é totalmente retrátil, podendo ficar fechada ou completamente aberta. A troca de nome ocorreu em 2004, quando a empresa canadense Rogers Communications comprou o estádio, assumindo o nome Rogers Centre. Em 2015, o estádio será o palco das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Pan-americanos de 2015, que serão disputados da cidade de Toronto.

Rogers Centre

Se você tiver a oportunidade de ir a um jogo ou show no local, eu recomendo bastante. Assisti o show do Jonas Brothers (me julguem!) e do Coldplay no estádio e achei espetacular. Para o show do Coldplay, comprei um dos ingressos mais baratinhos e fiquei sentada em um assento bem acima e longe do palco, mas mesmo assim a visibilidade era boa. #pobrefeelings

Rogers Centre e CN Tower

Ao lado da CN Tower, o Rogers Centre com sua cobertura parcialmente aberta...

Endereço: 1 Blue Jays Way
Preço: Varia conforme o evento


City Hall

O complexo da Prefeitura de Toronto é incrível... Acho que nem preciso falar muito, a foto já é suficiente. Os dois arranha-céus curvados, de alturas diferentes, envolvem um baixo prédio circular e ficam atrás de uma ampla praça e de uma piscina de água com arcos sobrepostos, que vira uma pista de patinação no inverno. Aprendi a visitar todas as City Halls quando eu viajo para lugares diferentes, pois geralmente são construções lindas e tem uma rica história.

Toronto City Hall

A obra arquitetônica foi feita pelo finlandês Viljo Revell (junto com outros arquitetos, paisagistas e engenheiros) e inaugurada em 1965, quando a antiga prefeitura foi desabilitada. Apesar de muito bonita durante o dia, a prefeitura se torna ainda mais bela à noite, com iluminação colorida.

Pista de patinação em frente à City Hall

Pista de patinação em frente à City Hall

E você que se organizou para visitar a prefeitura, dê a volta na quadra e passe também na antiga prefeitura, chamada de Old City Hall. Em contraste com a nova, o prédio de estilo neo-românico serviu como prefeitura dos anos 1899 a 1966 e atualmente é a sede das cortes judiciárias de Toronto. A torre, com um relógio no topo, tem mais de 100m e dá grandiosidade à obra.

Old City Hall

Endereço da City Hall: 100 Queen Street West
Endereço da Old City Hall: 60 Queen Street West


Casa Loma

A Casa Loma (nome proveniente do espanhol e que significa "Casa na Colina") é um castelo medieval de estilo neo-romântico, localizado na região central de Toronto, e foi a antiga residência do financista Sir Henry Mill Pellatt. Atualmente, o castelo é um museu de antiguidade e uma das atrações turísticas mais importantes de Toronto. Projetado pelo arquiteto E. J. Lennox, a Casa Loma levou 3 anos para ser construída e custou cerca de 3,5 milhões de dólares na época. Até 1914, era a maior residência da América do Norte. O castelo tem 3 andares, além de um nível subterrâneo, e possui planfletos, filme de apresentação e roteiro audioguiado em 8 idiomas. Além da casa, você ainda pode visitar o belo jardim da propriedade. Tudo lindo!

Casa Loma

Endereço: 1 Austin Terrace
Preço: $24 (Adulto)

Nota: Eu não visitei a Casa Loma quando morei em Toronto, porque sempre deixava para depois, depois, depois e quando eu vi, já não dava mais tempo. Mas acho que é um passeio insubstituível, pois a casa retrata bem os costumes da época e o estilo de vida dos canadenses (ricos) no início do século XIX.


Art Gallery of Ontario

A Art Gallery of Ontario, ou AGO, é um museu de arte que abrange mais de 80 mil obras, desde o século I até os tempos atuais. A galeria tem 45 mil metros quadrados e está localizada na famosa Dundas Street, no centro da cidade. Além de diversas obras de artistas canadenses, a galeria tem em sua coleção inúmeros itens da era Barroca e Renascentista, das culturas africana, oceânica e européia, e também arte moderna e contemporânea. São objetos históricos, iluminuras, pinturas, esculturas, livros, filmes, fotografias, artes gráficas, trabalhos de arquitetura, instalações, coleções especiais e exposições temáticas. O museu também oferece cursos de arte, promove visitas guiadas para escolas e grupos de pessoas, disponibiliza espaço para eventos e muito mais.

Art Gallery of Ontario

Perdi a conta de quantas vezes passei em frente à escultura da galeria e nunca a visitei, de fato. Hoje, obviamente, me arrependo. A fachada do prédio merece uma foto após o pôr do sol, pois fica toda iluminada e com um visual bem convidativo. Já está na minha listinha de passeios que pretendo fazer na próxima vez que visitar a cidade. :wink:

Art Gallery of Ontario

Escultura ao lado da Art Gallery of Ontario...

Endereço: 317 Dundas Street West
Preço: $19.50 (Adulto)


Harbourfront Centre

O Harbourfront Centre é uma organização cultural sem fins lucrativos e está localizado em vários pontos ao longo da costa do Lago Ontario, ou Toronto Waterfront, como é mais conhecida. A proposta do centro é promover atividades diversificadas que eduquem e entretam o público em geral. Os locais ficam abertos o ano todo (das 10h às 23h) e por lá acontecem feiras, festivais, cursos, palestras, exibições de arte, shows, entre outros. Além das atividades culturais, o centro tem uma infra-estrutura externa bastante elaborada e proporciona momentos de lazer e diversão a todos os visitantes gratuitamente.

Pista de patinação no Habourfront Centre...

Pista de patinação no Habourfront Centre...

Um dos lugares mais legais do centro que visitei foi o Simcoe WakeDeck, um deck de madeira ondulado e com um design altamente moderno. Estes decks estão espalhados pela waterfront e cada local tem o seu próprio desenho. De todos eles (são 4 ao todo), o Simcoe é o mais bonito, pois a ponte totalmente curva dá um aspecto bem descontraído ao ambiente.

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Ainda na waterfront, você também precisa visitar o The Tall Ship Kajama, um navio velejante de 50m de comprimento e com 3 mastros que fica no cais e oferece passeios de 1h30 pela orla de Toronto. Existem 5 horários disponíveis para embarcar no navio e os passeios acontecem de maio à outubro. O valor do ingresso para adultos é de $23.95.

The Tall Ship Kajama

Endereço: 235 Queens Quay West
Preço do Passeio de Navio: $23.95 (Adulto)


Younge-Dundas Square

Esta praça é praticamente a Times Square de Toronto... Sério! Localizada no centro da cidade e em uma região de compras intensas, a Dundas Square (como é mais conhecida) é um espaço público, ao ar livre, dedicado a eventos culturais, shows, feiras e momentos de lazer para a população. Em sua volta, muitos letreiros luminosos e outdoors gigantes, que dão um colorido especial ao local, principalmente à noite. No verão, splashs de água brotam do chão e fazem a diversão das crianças, que correm de um lado para o outro em meio aos pequenos chafarizes.

Yonge-Dundas Square de dia...

A praça fica nos arredores de importantes prédios da região, como o Eaton Centre (centro de compras), o Atrium on Bay (prédio comercial), a Ryerson University, o Ed Mirvish Theatre e a sede da City TV, renomada emissora canadense. O local recebe cerca de 100 mil visitantes diariamente e virou um ponto turístico da cidade desde a sua construção, em 2002.

Yonge-Dundas Square à noite...

Endereço: 1 Dundas St East


Toronto Eaton Centre

O Eaton Centre é o maior centro de compras de Toronto e, pessoalmente, um dos meus locais favoritos. Com mais de 300 lojas (e alguns escritórios comerciais), o shopping recebe mais de um milhão de visitantes por semana. Ele pode ser acessado tanto pelo nível das ruas (existem diversas entradas espalhadas ao redor do shopping), como pelo metrô, pelas estações Dundas e Queens. No inverno, é uma ótima opção para passeio, pois você não precisa sair no frio para chegar até lá. Muitos dos prédios desta região são interligados subterraneamente e tem acesso pelo metrô. Bastante prático, né?

Toronto Eaton Centre

Se você é ligado em livros, esse lugar pode ser o paraíso... Uma das maiores lojas do shopping é a Chapters Indigo, a maior rede de livrarias do Canadá. O shopping tem outras lojas bacanas, como MAC, Forever 21, Aeropostale, Roots, Hollister, HMV, Abercrombie & Fitch, Best Buy, GAP, Aldo, Skechers, Ardene, H&M, Lacoste, Armani Exchange, Sephora, Banana Republic, Apple, além de uma enorme praça de alimentação.

Toronto Eaton Centre

Endereço: 220 Yonge Street


Toronto Islands

Toronto Islands é o conjunto de pequenas ilhas localizadas próximas à orla de Toronto, no Lago Ontario. É um local calmo e uma ótima opção para os dias de folga ou finais de semana. Existem diversas atividades culturais por lá e a vista que se tem de Toronto é maravilhosa. Para ir até lá, você precisa pegar uma balsa no Ferrydocks, que te levará até a ilha central em pouco mais de 20min. Descendo lá, você poderá explorar o local e aproveitar momentos de sossego e tranquilidade a poucos quilômetros da agitação da cidade...

Toronto Islands

Toronto Islands

Vista Skyline de Toronto, do outro lado do Lago Ontario...

Já do outro lado da ilha, você encontra uma praia... Sim, uma praia. Quando estive lá, eu quis tirar os sapatos e caminhar de pés descalços na areia. Foi um passeio rápido, mas muito legal. A ilha ainda tem belas praças, campos de "disc golf", jardins com atividades para crianças, um parque de diversão, uma minifazenda e até um farol, chamado Gibraltar Point Lighthouse. Encontrar o farol é um tanto complicado, mas chegando lá, o percurso vale a pena. É tudo muito bonito. Não deixe de visitar as ilhas... Você não se arrependerá.

A praia de Toronto Islands...

Endereço do Ferrydocks: 9 Queens Quay West
Preço da Balsa: $7 (Adulto)


Ontario Place

O Ontario Place é um complexo multiuso que fica à beira do Lago Ontario e é usado para diversos eventos culturais. Até 2011, existia um parque temático no local, mas foi fechado para reformas e revitalizações — deve abrir novamente em 2017. Atualmente, o espaço conta com três grandes atrações. A Marina, um pequeno pórtico para iates, botes e barcos recreativos; o Atlantis Pavilion, um grande salão de eventos com janelas de vidro do chão até o teto, revelando uma vista incrível para a cidade; e o Molson Canadian Amphitheatre, um espaço para shows e concertos ao ar livre. Além desses, existe também o Echo Beach, um grande palco para shows em uma grande área com areia, num total clima de praia.

Ontario Place

O Molson Amphitheatre fica aberto de maio a setembro (eles fecham no inverno, pelo fato de ser um local aberto) e recebe artistas de diversos estilos musicais, como rock, pop e jazz. O anfiteatro tem capacidade para 16 mil pessoas e, além das cadeiras numeradas, tem um gramado enorme na parte de trás, onde as pessoas ficam sentadas, mais à vontade, aproveitando o espetáculo à distância. É superdivertido!

Molson Canadian Amphitheatre, no Ontario Place

Nota: Eu, como uma verdadeira fanática por música e shows, fui ao Molson três vezes nos oito meses em que morei lá. Primeiro, assisti o show da Katy Perry, que canta bem para caramba ao vivo, e foi onde conheci a banda canadense Stereos, que abriu o show para ela; depois assisti o tudo-de-bom do Jason Mraz, que faz um espetáculo sensacional — ele sabe entreter uma plateia; e, por último, os caras do Blink 182, com participação do Fallout Boy e outras duas bandas. No show do Blink, eu comprei ingresso para ficar no gramado e choveu... Foi lindo! :stress:

Endereço: 955 Lake Shore Boulevard West


Royal Ontario Museum

Este museu é praticamente uma obra de arte por si só. Com uma fachada que mais parece cacos de vidro, este é um dos maiores museus da América do Norte. Ele possui uma ampla coleção de itens sobre a cultura mundial e história natural (tem mais de 6 milhões de itens e 40 galerias, com exposições temáticas). Lá dentro, você encontra esqueletos de dinossauros, amostras de minerais e meteoritos, arte africana, europeia e asiática, artigos sobre a história canadense, obras de design e artes finas (como pinturas, esculturas, fotografias, etc), roupas, entre outros. O museu funciona em parceria com a University of Toronto, compartilhando os recursos e conhecimentos entre si. O Royal Ontario atrai mais de um milhão de visitantes por ano.

Royal Ontario Museum

Endereço: 100 Queen's Park
Preço: $16 (Adulto)


OCAD University

Para os designers de plantão, esta é uma boa dica. Antes de ir para Toronto, este era um dos itens que já estava na minha lista de lugares para visitar, justamente por ser um prédio bem diferente e artístico. Enfim, esta é OCAD University, a maior e mais antiga escola de arte e design de Toronto. A sigla OCAD vem do seu antigo nome, Ontario College of Art and Design, quando ainda não havia se tornado uma universidade. O paralelepípedo gigante, com quadriculados em preto e branco e pilares coloridos e inclinados, é um anexo ao prédio principal e está suspenso a quatro andares do chão. O projeto, entitulado como Sharp Centre for Design, é do arquiteto Will Alsop e já recebeu vários prêmios de arquitetura pela sua autencidade.

OCAD University

OCAD University

Simplesmente incrível! :love:

Endereço: 100 McCaul Street


Air Canada Centre

O Air Canada é uma arena multi-uso coberta e que hospeda diversos eventos e campeonatos de esportes. O ginásio é a casa do famoso time de hóquei da cidade, o Toronto Maple Leafs; do time de basquete, o Toronto Raptors; e do time de lacrosse, o Toronto Rock. A arena é popularmente conhecida como ACC ou the Hangar. Além dos jogos desses três esportes, o Air Canada também realiza shows e peças de teatro, podendo variar sua capacidade de 5 mil para 20 mil lugares.

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Endereço: 40 Bay Street
Preço: Varia conforme o evento

Nota: Passei milhares de vezes na frente e nunca consegui assistir nenhum evento lá. Queria ter assistido um jogo de hóquei... Mas para não dizer que nunca fui lá, uma vez eu entrei no prédio para perguntar ao pessoal se eu podia conhecer o estádio por dentro, mas o guarda disse que não era permitido. #fuen


Dundas Street

A Dundas Street é uma das ruas mais conhecidas do centro de Toronto e uma das poucas que segue ininterrupta do início ao fim dentro da cidade. A Highway 5, como também é conhecida, conecta o centro da cidade aos subúrbios da região oeste de Toronto, passando pela Chinatown, pela Little Portugal e se estendendo até a cidade de Saint George, a 93km ao sul de Ontario. E na Dundas St passam os famosos bondinhos vermelhos, que são ônibus elétricos e chamados de streetcars por lá. Recomendo uma caminhada para visitar algumas das lojas da rua e um passeio em uma das 11 linhas do bondinho dentro de Toronto. A experiência é, no mínimo, engraçada.

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Os streetcars também fazem parte do sistema de transporte público de Toronto e podem ser usados como qualquer outro ônibus, inclusive em baldeações com outras linhas e com o metrô. A tarifa da passagem custa em torno de $3 atualmente.


Black Creek Pioneer Village

A Black Creek Pioneer Village é um museu ao céu aberto de Toronto, que retrata o estilo de vida dos habitantes da cidade por meados do século 19. O vilarejo fica bem ao noroeste da cidade, próximo à York University e à intersecção da Steeles Avenue e Jane Street. Lá você encontrará casas de madeiras, celeiros, igrejas, escolas, comércios, pousadas, cemitérios, moinhos de água e outras construções da época, algumas originais, outras realocadas ou reconstruídas. Além de ver diversos artefatos da época, você também cruzará por pessoas vestidas com roupas e vestidos antigos (funcionários do museu, claro). O nome da vila se dá por conta do Black Creek, um riacho que passa por dentro do local e torna o vilarejo ainda mais bonito. É um passeio bem diferente, mas bem divertido.

Black Creek Pioneer Village

Endereço: 1000 Murray Ross Parkway


The Beaches

E você achava que Toronto não tinha praias? The Beaches é um bairro da cidade, localizado bem ao leste de Toronto e que fica de frente para o Lago Ontario. Por ser um bairro mais antigo, você não encontrará por lá prédios altos e construções modernas. As casas, com estilos vitorianos e eduardianos, tornam o local muito aconchegante e destoam bastante do clima de cidade grande do centro de Toronto. Como o nome indica, o bairro tem uma pequena praia, formada pela baía de Ashbridge, e fica cheia de pessoas no verão. Você pode aproveitar para fazer uma caminhada à beira do lago, conhecer alguns parques e jardins da região (que são lindos) e a Leuty Lifeguard Station, que fica na Kew Beach. Ainda, mais ao leste, você precisa dar uma passadinha na R. C. Harris Water Treatment Plant, que é um local de tratamento de água da cidade e um dos prédios históricos de maior destaque, com seu estilo Art Deco. Lindo, lindo, lindo!

The Beaches, em Toronto...

Para chegar lá, você pode pegar um streetcar no centro da cidade, na estação Queens, e seguir na direção leste. Em poucos minutos, você estará em um local completamente diferente. E tenho certeza que sairá de lá apaixonado!


Toronto Zoo

Não deixe de visitar o zoológico de Toronto... Fundado em 1974, o zoológico tem 287 hectares de extensão e é o maior do país. O local é realmente enorme (vá de tênis e com uma roupa bem confortável, viu?) e tem desde girafas, elefantes, macacos, tigres, até pássaros exóticos, pandas, cobras, focas, lhamas e ursos polares. O zoológico é dividido por regiões demográficas e tem cerca de 5 mil animais, apresentando cerca de 500 espécies diferentes. Além disso, o local tem também ambientes de lazer, lanchonetes e até um hotel, para quem quiser dormir por lá. Vá preparado, porque são mais de 10km de trilha... E pegue um mapa na entrada no zoológico, assim ficará mais fácil localizar os animais que você deseja ver. :wink:

Toronto Zoo

Endereço: 2000 Meadowvale Road
Preço: $28 (Adulto)


Canada's Wonderland

O último item da lista não fica exatamente em Toronto, mas é um passeio bem recomendado. O Canada's Wonderland é um parque temático de 130 hectares, que funciona em Vaughan, cidade vizinha de Toronto, desde 1981. Foi o primeiro grande parque de diversões do Canadá e até hoje continua sendo o maior do país. O parque é o paraíso das montanhas-russas, apresentando 17 modelos diferentes e só ficando atrás de um outro parque nos Estados Unidos, que tem 19. Tem também um parque aquático, carrosséis, rodas gigantes, elevadores, pêndulos, corridas de kart, casas mal-assombradas, barco viking, carrinhos de choque e muito mais. Quando eu fui, fiquei o dia inteiro lá e não consegui andar em todos os brinquedos.

Canada's Wonderland

E no parque está uma das mais altas montanhas-russas do mundo, a Leviathan. Até 2012, a montanha-russa mais alta do Canadá era a Behemoth (também no Canada's Wonderland), com cerca de 70m de altura e atingindo uma velocidade de até 125km/h. A Leviathan, construída pela mesma empresa da Behemoth, tem mais de 93m de altura e atinge 148km/h em uma de suas descidas... São 3min e 28s de pura adrenalina. Eu, provavelmente, não teria coragem de andar nesta... É altura demais para a minha valentia!

Leviathan, no Canada's Wonderland...

Endereço: 1000 Murray Ross Parkway
Preço: $47,99 (Single Day Ticket)


A lista ficou longa, né? Mas o que importa é que o post está bem completo! Tive um pouco de dificuldade em selecionar os lugares, porque queria mostrar tantos outros também — fica para um segundo post, quem sabe. Também custei a escolher as imagens, porque tem cada foto linda desses lugares, que o ideal seria ter um post para falar sobre cada lugar e mostrar bem cada um deles. E vocês perceberam que a CN Tower aparece em quase todas as fotos? Pela sua altura e localização, ela se torna visível de vários cantos da cidade, tornando-se realmente uma marca registrada de Toronto...

Toronto

E aí? Ficou com vontade viajar para lá? Toronto é linda demais! Não vejo a hora de voltar...

Toronto, Ontario (Canadá)

Localização de Toronto no Canadá...


Sdds Canadá! <3

13 ago 2014

De volta aos estudos, pós-graduação e afins

Postado às 21:08 | 1 comentário
Categorias: Pessoal

Desde a metade de 2011, meu diploma de graduação só vem acumulando pó no armário e eu comecei a me sentir enferrujada por não estar mais estudando e aprendendo coisas novas. Tudo bem que eu precisava dar uma folga para a cabeça, terminar com aquela correria diária de casa-trabalho-faculdade, de não ter tempo para lazer ou até mesmo para respirar, mas a verdade é que eu já estava ficando com saudades de sentar em uma sala de aula e absorver tudo o que podia, de algo que me interessava.

De uns tempos para cá, comecei a me interessar por marketing, planejamento, gestão e planos de negócio, principalmente se eu conseguisse mesclar isso com todos os conhecimentos que já tenho de design, concepção e desenvolvimento de produtos. Levando isso em consideração, eu decidi mudar um pouco o meu foco de atuação e achei que começar uma pós-graduação nesta área pudesse ser uma boa ideia... No ano passado, comecei a reunir informações sobre cursos e universidades que eu poderia fazer na região onde moro e, após um telefone inesperado, acabei me inscrevendo para o curso de Master em Marketing na UniRitter de Canoas, cidade onde moro. Fiz a matrícula na quinta-feira e, no dia seguinte, já estava na aula.

Uniritter Canoas

Semana passada, nós concluímos o primeiro semestre do curso (1 de 3) e eu estou adorando... Minha cabeça já se abriu para novas ideias e estou usando muito do que estou aprendendo nos meus projetos pessoais. As quatro disciplinas cursadas até então são bem específicas da área de marketing e conseguiram me trazer para dentro desse mundo de planos e estratégias, que é onde eu quero estar. Quero aprender a melhor forma de usar minha criatividade e enxergar os resultados das minhas ações, atingindo objetivos e metas.

Design, design, design!

Quem me acompanha pelo tuinter, já deve ter lido que estou pensando em cursar mestrado no exterior muito em breve. Bom, depois que voltei a estudar, essa vontade só aumentou. Estou me interessando em começar a escrever artigos e mergulhar de cabeça nessa parte mais acadêmica das profissões, para me especializar cada vez mais. Um diploma de graduação não é suficiente, você precisa estar inteirado sobre tudo, ler muito e colocar em prática o que aprende apenas na teoria... Exercício mental constante, foco e disposição para adquirir novos conhecimentos por osmose, fotossíntese, leitura dinâmica, telepatia, FTP e o que for necessário... Hahaha! :tongue:

Comportamento do Consumidor, Branding, Posicionamento e Segmentação de Mercado, Gestão de Marketing e Vendas: esse é o meu mundo agora. Eu vou misturar design com marketing e fazer acontecer. As duas áreas tem muito em comum, se pararmos para pensar, mas elas não se substituem, não acontecem sozinhas, elas se complementam... E saber fazer essas duas coisas andarem juntas e darem certo é o que estou buscando agora. Eu quero trabalhar com marketing digital, mídias sociais, criação de ações e campanhas publicitárias, estratégias de comunicação, inteligência de mercado, pesquisas com consumidores e usuários e por aí vai. O mundo é muito grande para mirar apenas em um pontinho...

A mágica do design, marketing e estratégia...

Quero fazer a mágica... Estou me preparando e disposta a inovar, pensar diferente, empreender, lançar minhas ideias ao mundo. Será que chego lá? Veremos.

07 ago 2014

All Time Low, a banda que salvou o meu ano...

Postado às 21:55 | 4 comentários

No final do ano passado, eu recebi uma indicação musical que, literalmente, salvou o meu ano... Eu nunca tinha ouvido falar da banda, mas foi questão de 4 minutos e 38 segundos (duração da primeira música deles que ouvi) para me apaixonar. Costumo dizer que, quando gosto de algo, eu gosto de verdade, intensamente e fico viciada rapidinho... Para a minha sorte, as músicas da banda ajudaram a melhorar o meu ânimo, meu humor e fizeram os meus dias ruins descerem pelo ralo. Passei a ouvir All Time Low (ou ATL, agora que já somos íntimos) 24/7 e foquei toda a minha energia nisso... Conclusão: terminei o ano de 2013 me sentindo mais otimista, revigorada, de bem com a vida e ganhei mais uma banda favorita para a minha coleção. ATL é só amor!

All Time Low

QUEM?

O All Time Low é uma banda de pop-punk de Baltimore (Maryland, Estados Unidos) e já está na estrada desde 2003. Alex Gaskarth (vocal e guitarra), Jack Barakat (guitarra), Zack Merrick (baixo e backing vocal) e Rian Dawson (bateria) são amigos e colegas desde o colégio e formaram a banda quando ainda eram bem novinhos. Alex, que na verdade é britânico, veio para Baltimore com a família e conheceu Jack na escola, que virou seu melhor amigo. Os dois se juntaram para criar o ATL e convidaram um outro amigo de colégio (Rian) para assumir as baquetas. Só mais tarde, por indicação de um conhecido, Zack entrou para a banda, assumindo sua formação atual. Em 2004, a banda assinou com a gravadora Emerald Moon Records, por onde lançou um EP e o seu álbum de estreia, "The Party Scene". Dois anos mais tarde, a Hopeless Records assinou com os meninos e lançou mais dois álbuns de estúdio com eles. Em 2011, a banda gravou seu quarto álbum com a Interscope Records e depois voltou para a Hopeless Records, por onde lançou seu álbum mais recente... A banda tem um som bastante parecido com Blink 182, Sum 41, Simple Plan, Boys Like Girls, Paramore, The All-American Rejects e Plain White T's. O nome da banda foi tirado de uma música da banda New Found Glory, chamada "Head on Collision".

COMO?

Conheci o All Time Low através do meu colega de trabalho, que era fã da banda alguns anos atrás. Costumávamos trocar links de vídeos e indicar algumas das nossas bandas favoritas, e um dia ele me enviou a música "Memories That Fade Into Photograps", que ficou tocando no meu player repetidamente por dias. Nas semanas seguintes, ele me passou outros links e eu me dei conta que gostava bastante de todas as músicas que ouvia deles. Como sempre faço, baixei o primeiro álbum da banda e a partir daí não parei mais. Baixei a discografia toda e ouvir ATL virou terapia para mim... Ouço quando estou nervosa, ansiosa, feliz, triste e quando apenas quero escutar música. Ou seja, tenho ouvido praticamente todo santo dia. Tenho CD no carro, tenho shows, vídeos e todas as músicas no computador do trabalho e no meu notebook, além de já ter assistido muitas vezes várias versões ao vivo da banda pelo YouTube. Alguma dúvida de que eu estou viciada?

All Time Low

POR QUÊ?

Sabe quando você se identifica com algo logo de cara? Minha relação com o ATL foi assim, bem rápida. Gostei da vibe dos caras, de suas personalidade, das músicas e da banda como um todo. Por conta deles, voltei a tocar violão, coisa que eu não fazia há zilênios. Eu me identifiquei muito com a maioria das letras das músicas e com a emoção que eles estavam querendo transmitir — e encontrar nisso numa banda é incrível. Além disso, me apaixonei pela simpatia e simplicidade dos integrantes e, principalmente, pela amizade única entre o Alex e o Jack. JALEX, BABY! Eles são bobos, engraçados, estão sempre brincando, rindo e esse tipo de energia me agrada bastante. E quando eu soube que o Rian namora com a Cassadee Pope, ganhadora do programa The Voice e uma das minhas candidatas favoritas na temporada em que participou, pronto... Fechou todas!

O QUÊ?

A banda já lançou dois EPs, cinco álbuns de estúdio ("The Party Scene", "So Wrong, It's Right", "Nothing Personal", "Dirty Work" e "Don't Panic"), um DVD ao vivo ("Straight to DVD"), um "MTV Unplugged" e uma música para a trilha sonora do filme "Alice no País das Maravilhas", chamada "Painting Flowers". A música que embalou o sucesso dos meninos foi "Dear Maria, Count Me In", de seu segundo álbum. Com mais de dez anos de carreira, o ATL tem 17 singles lançados, vários sendo minhas músicas favoritas da banda. O som deles vem mudando conforme os anos e tem se tornando mais pop — meu álbum favorito é o primeiro, "The Party Scene", que tem músicas mais marcantes e com uma forte sonoridade de instrumentos e menos efeitos eletrônicos. A banda esteve no Brasil em 2011, onde fez shows em 8 cidades. E fuen pra mim, que ainda não conhecia eles e não pude ir ao show aqui em Porto Alegre... #chateada

All Time Low

Ao longo destes meses ouvindo a banda, eu viciei em várias músicas conforme fui passando por momentos diferentes da minha vida... Como não posso colocar todas as minhas favoritas aqui, vou selecionar as três que mais me marcaram e que representam bem o som da banda. Aperta o play aí e aproveita!

Não quero convencer ninguém a gostar, mas que eles são phodásticos, isso eles são... :love:

03 ago 2014

Limpando o Macbook...

Postado às 10:58 | 13 comentários
Categorias: Miscelânea

Em 2009, eu finalmente comprei um item que já estava na minha lista de desejos há muito tempo: um Macbook White. Fazia alguns anos que eu estava paquerando os computadores da Apple e então, em dezembro daquele ano, eu juntei todas as minhas moedinhas e fui lá na loja comprar o bendito. Sou apaixonada por todos os itens brancos da marca e sempre opto pelos modelos que são desta cor. Não é à toa que meu notebook é branco, meu iPad é branco e meu iPhone (aka iLindo) é branco. É tudo lindo demais! :love:

Mas tudo que é branco suja, né? E o meu notebook, quando fica muito tempo sem tomar banho, fica completamente encardido. Há alguns anos, eu descobri a solução para os meus problemas. Nem sabia que funcionaria tão bem, mas resolvi comprar e testar para ver qual seria o resultado. Experimentei, aprovei e virou uma prática realizada de meses em meses... E puft! Meu notebook fica novinho de novo e beeeeeem branquinho.

Ok, ok. Chega de segredo... Eu estou falando da esponja mágica da Scotch-Brite, que promete limpar as sujeiras mais difíceis com apenas a aplicação da esponja molhada. O processo é bem simples e funciona de verdade. Para provar, fotografei o banho do meu notebook e vou mostrar as maravilhas do produto... Já usei para limpar outras coisas e também funcionou direitinho. Na embalagem diz que a esponja só apresenta espuma de plástico expandido e de poliuretano, mas vai saber... O importante é que ela faz o que promete. Deixa tudo bem limpinho.

Antes de começar a limpeza, tirei algumas fotos para mostrar como ele estava sujinho e fazer o antes e o depois. Algumas partes estavam bem marcadas e as teclas estavam sujas em cima e em suas laterais... Tadinho!

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

A limpeza é fácil: você umidifica a esponja (ou apenas parte dela, se o que você precisa limpar é pequeno) e aplica sobre a superfície desejada. Ela é indicada para superfícies mais lisas e sem tantas ranhuras — e deve ser passada suavemente se a superfície for delicada. No caso do meu notebook, eu pressiono bastante a esponja, para limpar mais rápido e com maior precisão. Eles recomendam usar primeiro a parte branca e depois a azul, para dar o acabamento. Eu não sigo muito a ordem e vou usando ambos os lados, até atingir o resultado esperado. E ah, depois de limpar com a esponja, eu geralmente passo um pano macio ou toalha para secar a superfície e remover resquícios de pó ou sujeirinhas soltas...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Conforme você vai aplicando, a esponja vai ficando sujinha...

Limpando o Macbook White...

Durante a limpeza, uma metade limpa e a outra ainda suja...

É incrível como a sujeira vai saindo com facilidade e ficando na esponja... Em poucos minutos, você limpa tudo e fica bem satisfeito com o resultado. Eis algumas fotos do depois, para ilustrar a diferença... :happy:

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Limpando o Macbook White...

Tudo branquinho de novo, néam? Hehehe! O produto é realmente muito bom e é justamente por isso que resolvi falar sobre ele aqui... E este post não é publieditorial não, viu? É uma dica mesmo... Além de usar no notebook, limpo também os cabos do mouse e do carregador do computador e fica tudo lindo. Hehehe! Espero que a esponja ajude vocês a limparem as suas coisinhas também... Se testarem, me avisem e digam o que acharam. Eu já uso há anos e, até agora, nunca me decepcionei.

01 ago 2014

Assistindo Naruto de novo...

Postado às 09:20 | 11 comentários
Categorias: Seriados

Vários anos atrás, conheci através do meu irmão a série Naruto, um anime japonês que passava na televisão pelas manhãs. Em poucos episódios, o seriado me encantou e eu passei a assistir todos os dias. Nunca fui muito fã de animes e mangás, inclusive odiava Cavaleiros do Zodíaco, mas Naruto me passou uma impressão diferente... Totalmente cômicos e toscos, os episódios te fazem rir e chorar e, alguns momentos, te deixam bastante apreensivo com o desfecho de uma luta ou batalha. Acho engraçado, divertido e é um dos meus desenhos animados favoritos...

Naruto

O anime conta a história de Naruto Uzumaki, um garoto de 12 anos que vive na Vila Oculta da Folha (ou apenas Konoha), uma das vilas ninjas do País do Fogo. Anos antes, durante o ataque de uma Raposa de 9 Caudas, o quarto Hokage deu sua vida para salvar a Vila da Folha e selou o animal dentro do corpo de um bebê recém-nascido, Naruto. Por um decreto do terceiro Hokage, todos os moradores da vila foram proibidos de mencionar o ataque a outras pessoas ou contar sobre o seu desfecho. Apesar de terem mantido o segredo, eles enxergam o garoto como sendo a própria raposa e o culpam pela destruição e mortes ocorridas na época.

Hokage é a nomenclatura dada ao líder da Vila da Folha, reconhecido por ser o ninja mais forte da aldeia. Ele é responsável por proteger os moradores de qualquer perigo, garantindo a segurança de todos e tomando as decisões mais importantes sobre assuntos que envolvam a aldeia.

Naruto cresceu sem os pais e sendo odiado pelos moradores da vila, que sempre o mantinham afastado. Ele não entendia porque as pessoas não gostavam dele, pois também não sabia que tinha o espírito da Raposa de 9 Caudas dentro de si. Hiperativo e sem amigos, ele passa a fazer gracinhas e brincadeiras de mau gosto para chamar a atenção das pessoas. Seu maior sonho é se tornar um Hokage, pois então todos o conhecerão e passarão a respeitá-lo.

Naruto Uzumaki

Junto com outros jovens da vila, Naruto estuda na Academia de Ninjas, a escola de preparação e formação de ninjas da Vila da Folha. Ele tem as piores notas da turma e suas habilidades como ninja são ruins, não conseguindo executar os jutsus mais simples e que todos seus colegas tiram de letra. Após ser reprovado na prova de graduação, um ninja renegado chamado Mizuki sugere que ele roube um pergaminho proibido para aprender uma técnica secreta, o jutsu "Clone das Sombras". Quando Mizuki tenta pegar o pergaminho de Naruto, o sensei Iruka Umino aparece e luta contra o ninja. Para tentar salvar seu professor, que está ferido, Naruto usa a técnica secreta e derrota Mizuki, ganhando assim o título de ninja genin e recebendo a sua faixa com o emblema da Vila da Folha.

Jutsus são as artes místicas que um ninja utiliza em batalhas, formando selos com as mãos e usando o seu chakra, proveniente de dois tipos de energias do corpo. Devido ao número extenso de selos e suas diferentes combinações, existem milhares de técnicas possíveis a serem usadas e descobertas.

Time 7: Sasuke, Sakura, Naruto e Kakashi

Agora como ninja, Naruto se junta à Sakura Haruno (sua grande paixão) e Sasuke Uchiha (seu eterno rival) para realizar missões, aprender novas técnicas e ganhar experiência como ninjas. O time 7 é treinado pelo sensei Kakashi Hatake, um jounin experiente e rigoroso, que tem fama de nunca aprovar nenhum de seus alunos. Em uma das missões, o grupo precisa acompanhar o morador de uma vila vizinha durante a construção de uma ponte e se depara com um assassino, colocando os novatos em lutas perigosas e os desafiando a conhecerem sua real força e poderes como ninjas.

Os ninjas são classificados em genins, chunins e jounins, dependendo do seu nível de experiência. Genins são ninjas de menor nível e que participam de missões básicas para ajudar a aldeia. Chunins são ninjas qualificados para orientar outros ninjas e liderar missões, por terem atingido um certo nível de maturidade e habilidade. E os jounins são ninjas altamente experientes, com grande habilidade individual e que servem como capitães militares.

Eu voltei a assistir o anime mês passado e pretendo terminar as 9 temporadas da primeira fase até o final do ano... Além dos episódios engraçados (e tristes em alguns momentos), a série tem uma ótima trilha sonora, com músicas de abertura e encerramento que grudam na cabeça... Na época em que eu assistia na televisão, eu baixei todas as músicas para escutar no computador. É um vício! Quem conhece e assiste Naruto, certamente já ouviu "Haruka Kanata" ou "Re:member", além das fofas "Harmonia" e "Kanashimi Wo Yasashisa Ni". Para provar que não estou mentindo, assistam o vídeo abaixo e curtam algumas dessas músicas... Só amor!

Os criadores do anime já lançaram também três filmes (não assisti nenhum ainda, mas já estão na minha lista), jogos de videogame e atualmente exibem novos episódios da segunda fase da história, entitulada Naruto Shippuden e televisionada pela TV Tokyo. Eu já tinha começado a assistir essas novas temporadas, mas acabei parando e ficando bem atrasada com a série, que já conta com mais de 350 episódios. A primeira fase, finalizada em 2007, tem 220 episódios e ficou sendo exibida por cerca de 5 anos no Japão.

Para quem tiver interesse em assistir (recomendo altamente), o site Naruto Project disponibiliza todos os episódios legendados para baixar ou assistir online, além de tantas outras informações sobre o anime. E para mostrar a vocês que eu realmente gosto do seriado, termino o post com a minha Sakura de pelúcia, que eu ganhei em um sorteio de um blog alguns anos atrás. E vocês sabem por que eu gosto tanto dela? Porque ela tem a testa tão grande quanto a minha...

Minha Sakura de pelúcia...

Quem assiste, entenderá! :wink:

28 jul 2014

As Vantagens de Ser Invisível: Livro x Filme

Postado às 19:53 | 7 comentários
Categorias: Filmes, Livros

Quando "As Vantagens de Ser Invisível" saiu no cinema, eu evitei a todo custo spoilers sobre a história, porque eu queria ler o livro antes de assistir o filme... Sim, sou dessas. Então comprei o livro e guardei no meu armário, junto com a pilha de tantos outros que ainda preciso ler. Alguns meses atrás, eu finalmente comecei a leitura da versão em inglês do livro do Stephen Chbosky, "The Perks of Being A Wallflower". Acabei levando poucos dias para ler (eu leio muito, mas muito devagar) e, assim que deu, baixei o filme e assisti. E agora vou contar um pouquinho das minhas impressões sobre um e outro...

O livro conta a história de Charlie, um garoto de 17 anos, que passa despercebido pela maioria das pessoas em sua escola. Seu único amigo, Michael, comete suicídio no ano anterior, deixando Charlie sozinho para começar o temido Ensino Médio. Querendo mudar essa situação, Charlie faz amizade com Patrick e Sam, dois estudantes mais velhos e que o fazem passar por algumas situações inusitadas. Além deles, Charlie conta com as dicas do seu professor de inglês, Bill, que lhe passa atividades extra-curriculares para o ajudar com sua escrita e comunicação. Em meio à depressão e às novas experiências que vivencia, Charlie faz o melhor que pode para chegar até o final do ano sem grandes estragos.

O Livro

O livro é todo escrito em forma de cartas, o que é bem interessante e diferente. No entanto, não sabemos quem é a pessoa que as recebe, assim como não sabemos quase nada sobre o próprio Charlie, pois ele apenas conta sobre os acontecimentos de sua vida, sem discorrer sobre sua fisionomia e personalidade. Este, para mim, é um ponto extremamente negativo, porque eu não conseguia imaginar as cenas enquanto lia, era apenas um bolo de relatos. Senti falta de cenários detalhados e de personagens mais bem descritos, o que tornou a leitura um pouco chata. Aliás, minha expectativa para este livro era tão grande, que acabei me decepcionando ao terminar a leitura. #fuen

Mas não me entendam mal, o livro é bom. Apenas bom, eu diria. Diferente do que várias pessoas relatam, eu não chorei em nenhum momento e também não me identifiquei com o personagem principal de nenhuma forma. Inclusive, no início da leitura eu comecei a ficar incomodada, pois o jeito como o Charlie escrevia me deixava tonta — eram frases extremamente informais, escritas da mesma forma como são ditas e sem muita regra de composição e pontuações adequadas. Graças aos resumos de livros que seu professor de inglês o passou durante o ano, a escrita dele melhora bastante conforme escreve as cartas seguintes... Ufa!

O livro "The Perks of Being A Wallflower"...

Não diria que o livro tem começo, meio e fim. Para mim, é apenas um trecho da passagem dele pelo colégio, com relatos breves sobre sua infância e acontecimentos aleatórios sobre aquele ano. Claro, tudo se interliga, mas a história não "termina" na última página do livro. Ele poderia tranquilamente continuar escrevendo as cartas e contando mais coisas para o seu destinatário secreto, sem que isso afetasse o desfecho da história. E isso não é um ponto muito legal para mim também.

Outra coisa que me incomodou foi o fato de ele ser completamente passivo o tempo inteiro. Em alguns momentos, fiquei com vontade de sacudi-lo, para ver se ele reagia de alguma forma, mas eu tinha consciência de que era assim porque ele era muito bom e tinha um coração enorme. Para mim, a parte mais relevante da história era a relação que ele tinha com Bill, o professor de inglês, que o enxergava e o admirava pelo o que ele realmente era. O último encontro entre eles, descrito nas cartas finais, foi um dos únicos momentos em que me emocionei um pouco...

O Filme

Diferente do livro, eu chorei bastante assistindo o filme... As cenas foram muito bem elaboradas e me passaram uma emoção que não senti na leitura. Também achei que o filme explica melhor algumas situações que ele conta nas cartas e que não tinham ficado muito claras para mim. Ou seja, o filme complementa essas informações do livro de uma forma mais detalhada e visual, o que dá um maior sentido para a história toda. Pontos extras por isso!

Achei que ficaram faltando algumas cenas importantes, como a situação em que ele passa com a irmã e que vira um segredo entre eles. Esse foi um ponto bem importante do livro, na minha opinião, pois foi o momento em que ele mais se aproximou dela... Percebi também pequenas modificações de enredo, mas nada muito agravante ou que mudasse a essência da história. Queria ter visto algumas outras cenas que também foram cortadas para o filme, infelizmente.

Emma Watson e Logan Lerman em "The Perks of Being A Wallflower"...

Gostei da atuação da Emma Watson, como Sam, e do Logan Lerman, como Charlie... Palmas para o ator Ezra Miller, que deu vida ao personagem Patrick e o interpretou incrivelmente bem, diga-se de passagem. Achei que a figura do professor não foi muito bem explorada no filme, o que me deixou chateada, pois foi o personagem que mais gostei no livro. Aliás, passei o filme inteiro esperando pela última cena dos dois (como citei acima), mas os escritores mudaram o jeito como ela acontece... Bah, me caiu os butiá do bolso! :blank:

Enfim, resumo do resumo... Gostei bem mais do filme do que do livro, apesar de ter achado ambos bons. Não recomendaria a leitura, mas sabendo que muitas pessoas se apaixonaram pela história e disseram ter sido o melhor livro que leram no ano, deixo a critério de vocês lerem ou não. Mas acho que o filme é uma ótima indicação e que vale os seus 103 minutos... De qualquer forma, valeu ter lido a história antes de assisti-la. Mas para ser sincera, esse é um dos primeiros livros que leio que não supera o filme — e isso é meio novidade para mim. Vocês leram o livro? O que vocês acharam?

27 jul 2014

E o muso casou...

Postado às 19:46 | 2 comentários
Categorias: Miscelânea, Musos

Pegaram o trocadilho? Pegaram? Hahaha! Desculpa pelo título tosco, mas eu precisava fazer uma piada para não deixar esse post ainda mais triste... #mimimi

No dia 24 de julho, começou o ComiCon 2014 em San Diego (California, Estados Unidos), que é a maior convenção de aficcionados por revistas em quadrinho, mangá, videogame, seriados, filmes e livros de fantasia e ficção científica... Como boa nerd e fã do Zachary Levi, eu acompanhei a contagem regressiva para o evento, além de ter contribuído com $5 para que o Nerd HQ (que são "painéis de entrevistas" organizados pela The Nerd Machine) pudesse acontecer novamente durante o evento. Pois bem, o ComiCon está acontecendo, mas não é bem disso que eu vou falar... Antes fosse.

O primeiro painel do Nerd HQ deste ano foi com o próprio Zac, que respondeu perguntas sobre assuntos variados e, como sempre, foi supersimpático e atencioso com todos os fãs e nerds de plantão. Estava eu, bem bela, assistindo a conversa ao vivo pelo YouTube, quando me dei conta que o Zac estava com um anel no dedo. Imediatamente achei estranho, porque ele nunca usa nada nas mãos (nem mesmo relógio), mas deixei pra lá. Alguns minutos mais tarde, uma menina levantou a mão para fazer uma pergunta e o parabenizou pelo casamento... Casamento? WHAT? HOW? WHEEEEN? WHYYYY? :crying:

Zachary Levi está casado...

You can cry now, girls... He's taken! =/

Quando a entrevista acabou, corri para o Google para confirmar... E sim, ele casou mesmo. Na verdade, o casório foi uma surpresa para a mídia e para os fãs, porque o Zac é extremamente discreto em relação à sua vida pessoal e ninguém sequer sabia que ele estava namorando. A esposa, Missy Peregrym, 32, também é atriz e participa do seriado canadense Rookie Blue, onde interpreta a policial Andy McNally. Os dois se conheceram 10 anos atrás, conforme ele fala na entrevista, mas não entra em detalhes sobre como tudo aconteceu...

O casamento secreto aconteceu no dia 15 de junho de 2014, em Maui (Hawaii), e teve poucos convidados, apenas a família e amigos mais próximos. Eles divulgaram o casamento através do Twitter, com uma foto onde ambos estão usando um casaco de capuz com as siglas "Mr" e "Mrs". O casamento foi fotografado por Eric Blackmon, que para nossa felicidade, publicou algumas fotos do momento dos pombinhos... Depois do casório, o Zac ficou mais de 15 dias sem dar o ar da graça no Twitter, o que é totalmente estranho (porque ele é heavy user de redes sociais), mas totalmente justo, pois ele estava curtindo a lua de mel...

Zac e Missy divulgam o casamento pelo Twitter com esta foto...

Zachary Levi e Missy Peregrym

Zachary Levi e Missy Peregrym Zachary Levi e Missy Peregrym

Casal lindinho, néam? Bom, sendo apaixonada pela personalidade e por tudo o que o Zac faz, só posso desejar que eles sejam muito felizes juntos. É tristinho quando um ídolo da gente casa, porque leva embora aquela doce ilusão de que um dia vamos casar com ele, mas daí você cai na real e entende que ele é uma pessoa normal e que merece um amor de verdade. Pelo o que o publicista do Zac falou, ele casou com o amor da vida dele. Ok, então. Quem se deu bem nessa história toda foi a Missy, que levou para casa um maridão de ouro... Espero que esta união dure, dê certo e que eles encontrem um no outro tudo o que precisam para terem uma vida cheia de amor, alegria e muita cumplicidade.

Muso, apesar de você ser um homem casado agora, continuo te amando, viu? Sucesso sempre e continue sendo essa pessoa incrível que és, pois é algo em extinção nesse planeta. #orgulhinho

25 jul 2014

8 dicas para ser mais feliz no dia a dia

Postado às 14:48 | 7 comentários
Categorias: Comportamento

Quem acompanhou minha saga dos últimos 3 anos sabe que eu passei por momentos bem baixo-astral e negativos, mas de alguns meses para cá eu me recuperei e voltei a ser a pessoa otimista e alegre que sempre fui. Acredito que é importante passarmos por fases mais difíceis em alguns momentos da vida, pois são elas que nos fazem amadurecer e aprender a lidar melhor com as situações que aparecem no meio do caminho. E tudo isso só nos torna mais fortes e mais preparados para enfrentar o mundo...

Pensando nisso, comecei a mudar algumas atitudes que estavam me impedindo de aproveitar a vida e de encontrar felicidade nas pequenas coisas. Porque ela está lá, nós que não enxergamos. Montei uma lista com 8 dicas bem importantes de hábitos que podem ser mudados facilmente e que fizeram bastante diferença para mim... É um simples passo a passo para dar a volta por cima e aprender a curtir todos os dias de nossas vidas, faça chuva ou faça sol.

Dicas para ser mais feliz no dia a dia...

1. Evite brigas e discussões

É muito simples: uma briga ou discussão, por mais boba que seja, pode estragar o dia de qualquer um. E pior, não leva a nada. Então uma boa solução é fugir de qualquer provocação, sair de fininho e deixar a pessoa "brigando" sozinha. Prefira o silêncio ao invés de ficar batendo boca. Se o assunto realmente precisar ser debatido, tente encarar o papo de forma amistosa, falando em um tom de voz baixo e calmo, sabendo o momento de desistir do argumento e não criando ainda mais polêmica. Além de evitar o estresse, você dormirá mais tranquilo sabendo que não disse nada que não devia no calor da discussão...

2. Ria muito (e ria de si mesmo também)

O que melhor do que uma boa dose de risadas para mudar o humor? Rir é o melhor remédio para afastar a tristeza e energias negativas. E você sabia que rir também queima calorias? Então ria muito, muito mesmo. Conte piadas, fale bobagens com seus amigos e colegas, assista filmes de comédia, leia livros descontraídos... Ria de você mesmo, dos seus erros, das suas trapalhadas e das decisões bobas que tomou. Como resultado, você se sentirá mais leve, esquecerá dos problemas e verá que existem muitas coisas legais por aí, mesmo que tudo não esteja exatamente do jeito que você gostaria.

3. Não sofra por antecipação

O maior problema das pessoas ansiosas é sofrer por algo que ainda nem aconteceu — e talvez nem aconteça. Por mais difícil que seja, tente não ficar pensando "e se isso", "e se aquilo" e foque no que está acontecendo à sua volta agora, neste momento. Tudo acontece no seu devido tempo, independente da nossa vontade, desejo ou torcida. Sendo assim, não vale a pena se preocupar antes do tempo e perder preciosos minutos de vida para lamentar e chorar por algo incerto, que ainda não se realizou. Viva o presente e aproveite cada segundo dele.

4. Busque atividades que te façam bem

Manter-se ocupado é a melhor solução para não pensar em coisas ruins e nos problemas que estamos enfrentando. Mas mais importante do que isso, é escolher atividades que te deixem alegre e proporcionem prazer. Selecione o que mais combina com você, seja fotografia, música, leitura, videogame, dança, pintura, futebol ou o que for. Insistir no que você não gosta só vai te desmotivar mais. A receita é colocar pitadas de entusiasmo e motivação na sua rotina para que o seu ânimo volte com todo gás e te dê energia para fazer outras milhares de atividades.

Tenha por perto amigos que te fazem bem...

5. Mantenha pessoas positivas por perto

Cultive amigos verdadeiros e que te façam bem. Manter à sua volta pessoas negativas e que reclamam de tudo só vai contribuir para que você se sinta da mesma forma. Boas energias e vibrações positivas costumam contagiar quem está por perto, então escolha muito bem com quem você dividirá o seu tempo. Sair e conviver com pessoas alegres, divertidas e otimistas trará mais felicidade para a sua vida.

6. Tenha paciência

Não adianta choramingar, as coisas realmente demoram para acontecer... E o tempo é bastante relativo: quanto mais desejamos algo, mais parece demorar para aquilo se tornar real. O que se pode fazer é deixar o próprio tempo se encarregar dessas transformações maiores, das quais não temos total controle, e nos dedicar ao que está a nosso alcance. Tenha metas e as ponha em ação, mesmo que os resultados demorem a vir. Aos poucos, tudo vai se acertando e, quando você menos esperar, as mudanças chegarão.

7. Seja (um pouquinho) egoísta ocasionalmente

Não tenha medo de pensar em você em primeiro lugar, apenas o faça. Ser amável demais com todas as pessoas não vai trazer nenhum benefício para a sua vida, então não exagere na bondade. Faça o que acha certo para você, as coisas que gosta e diga “não” para o que não te interessa. A pessoa que mais se importa com você é você mesmo; foque nisto. Você não precisa magoar ninguém ou ser ofensivo e indelicado, apenas seja sincero com os seus próprios interesses. De nada vale querer fazer todo mundo feliz, se nem você mesmo está.

8. Reflita menos, viva mais

Ficar sentado e imaginando soluções para tudo o que acontece em sua vida não resolve nada, de fato. Arrisque mais e confie no seu taco. Você não precisa acertar sempre, então não seja tão exigente consigo mesmo. Afinal, errar é humano e é errando que se aprende. Não deixe de fazer o que gostaria para ficar pensando se deve ou não e qual a melhor forma de agir. Apenas aja. O tempo não para, então faça valer sua vida e suas escolhas agora.

São dicas bastante simples, mas que funcionam. Comece mudando aos pouquinhos e você perceberá melhoras significativas no seu estado de espírito. Claro que é impossível estar de bem com a vida o tempo inteiro, em alguns momentos você poderá se sentir triste ou cansado de tudo (o que é normal), mas estar rodeado por boas energias fará com que esses momentos não durem muito. Ser otimista pode ajudar bastante também.

Tente se concentrar no que é realmente importante e lembre-se de todas as coisas boas que você já tem, por menores que elas sejam. Ser grato por cada uma delas é o primeiro passo para mandar o desânimo embora e aproveitar cada dia de vida, porque o tempo de ser feliz é agora...

19 jul 2014

Viciando com o novo álbum da Jennifer Lopez...

Postado às 16:42 | 8 comentários
Categorias: Música, Musos

Recentemente, a minha musa inspiradora Jennifer Lopez apresentou ao mundo o seu oitavo álbum de estúdio, entitulado "A.K.A." — sigla derivada do termo "also known as" e muito usada pelos americanos em geral. O lançamento oficial aconteceu no dia 13 de junho de 2014, através do selo da Capitol Records, que gravou pela primeira vez com a cantora. O álbum tem 10 faixas inéditas, enquanto a versão deluxe tem 14.

No início de 2004, Jennifer lançou dois singles promocionais para divulgar o álbum, "Same Girl" e "Girls", sendo esta última música presente apenas nas versões japonesa e a da loja Target. O álbum conta com participação especial de diversos artistas, sendo eles French Montana (em duas músicas), Iggy Azalea, Jack Mizrahi, Tyga, Rick Ross, Nas, T.I. e Pitbull, que faz parcerias musicais com a Jen com bastante frequência.

Novo álbum de Jennifer Lopez

A.K.A. (feat. T.I.) :star1: :star1: :star1: :star1: :star0:
O álbum começa com uma pegada bem característica da Jennifer Lopez: pop-dance com batidas de R&B. "A.K.A." é a música que dá nome ao álbum e fala sobre a mulher estar deixando o cara para trás, pois ele demorou para decidir o que queria e já nem conhece mais quem ela é agora. A faixa leva 4 estrelas, porque o refrão é extremamente contagiante e tem um ritmo legal para dançar. Bom, para dançar hip hop ou street dance, pelo menos. Estou pensando em criar uma coreografia com essa música.

FIRST LOVE :star1: :star1: :star1: :star1: :star1:
Definitivamente, esta é uma das melhores músicas do álbum. A faixa é bem dançante e marcada com batidas fortes e contínuas, revelando a voz bem doce da Jen. "First Love" foi o segundo single deste álbum e recebeu boas críticas, afirmando que a cantora soube dosar pop e hip hop em um hit de sucesso. O tema abordado é o desejo te ter encontrado anos atrás a pessoa com quem está agora, para que ela pudesse ter sido o seu primeiro amor. Só paixão essa música!

NEVER SATISFIED :star1: :star1: :star1: :star0: :star0:
"Never Satisfied" é a primeira faixa lentinha do álbum... A música constrói clímax até chegar ao refrão, mas não é tão "marcante" assim. Com uma letra doce, a faixa fala sobre não se sentir satisfeita com o amor em sua vida, no sentido de estar sempre ansiando por mais, sentindo falta do parceiro e desejando um amor mais intenso e sem fim. Mais uma típica balada que fala sobre amor... É ok.

I LUH YA PAPI (feat. French Montana) :star1: :star1: :star1: :star1: :star1:
A música começa com uns "barulhinhos extraterrestres" bizonhos (hahaha!) e então a Jen entra com a voz, seguida de batidas de hip hop. O mais legal dessa música é que a melodia dos versos é bem assimétrica, ou seja, nem todas as frases encaixam umas nas outras, a fala é meio corrida e tem uma vibe de rap. E daí chega o refrão, que faz você querer pular da cadeira e dançar... Sempre me lembro da coreografia da música e tento imitar. No final, o French Montana entra para a sua participação, pincelando a melodia com frases de rap. A música é muito contagiante e divertida! E cantar o refrão é sempre engraçado... E ah, esse foi o primeiro single de "A.K.A.".

ACTING LIKE THAT (feat. Iggy Azalea) :star1: :star1: :star1: :star0: :star0:
Essa é uma música que eu não gostei muito no início, mas que foi ganhando um pouco mais de força conforme eu fui ouvindo mais vezes. Ela tem uma pegada bem forte de hip hop e só se destaca um pouco mais no refrão; o restante da música é bem normal. A melodia é repetitiva, bastante simples e a parte mais diferente é quando a Iggy entra para cantar. É uma faixa ok, três estrelas para ela.

EMOTIONS :star1: :star1: :star1: :star1: :star1:
Segunda balada do álbum, "Emotions" é o meu xodozinho. Só amor! Nesta faixa a gente escuta a Jen cantando notas mais longas e agudas, bastante diferente das outras músicas dela. Ainda assim, temos a presença de batidas eletrônicas e de um ritmo forte de hip hop, o que é bem característico da cantora. A letra fala diretamente comigo e tem um significado bastante especial. Ela fala sobre deixar as emoções de lado, sobre não acreditar mais em amores e contos de fada e sobre não querer se entregar ao amor, por não querer se machucar novamente. Amo, amo, amo e poderia passar horas ouvindo sem enjoar. Apaixonei desde a primeira vez que ouvi!

SO GOOD :star1: :star1: :star0: :star0: :star0:
A sétima faixa do álbum é outra que não me chama muito a atenção... Ela tem uma batida bem simétrica, igual do início ao fim. O destaque fica pela melodia em si e pelo refrão, que é ok. Geralmente é uma das músicas que eu passo para frente e não escuto até o final. Antes de terminar, ela dá uma desacelerada e a voz suave da Jen fica bem evidente. Mas não tem muita relevância pro álbum, na minha opinião.

"A.K.A.", o novo álbum da JLO

LET IT BE ME :star1: :star1: :star1: :star1: :star1:
Mais uma faixa lentinha e deliciosa de ouvir... Ela tem um ritmo mais latino e começa com um dedilhado de cordas, acompanhado de sons suaves de violino. A música é a mais romântica do álbum e te faz pensar no Caribe, velas acesas, rosas vermelhas e casais dançando tango. Bom, pelo menos é isso que eu imagino. A melodia é absurdamente linda e a voz da Jen dá um toque aveludado na música, que continua bela pelos quase 4min de duração. A faixa fala sobre o desejo de ser a pessoa escolhida como seu verdadeiro amor pelo parceiro, caso ele vá embora algum dia. É uma daquelas músicas que você não deve ouvir quando está meio deprê, pois pode resultar em lágrimas. Eu acho.

WORRY NO MORE (feat. Rick Ross) :star1: :star1: :star1: :star0: :star0:
Essa faixa tem um ritmo bem urbano, com cara de Jenny from the Block. Saca? Ela não é nem muito lenta, nem muito dançante e não chama muito a atenção. Para ser bem sincera, a parte da música que eu mais gosto é quando o Rick Ross canta, transformando a música em um rap. Só não ficou com menos estrelas porque eu gosto da parte em que ela canta "do anything that you can to make me feel so protected"... Hehehe! Fora isso, passa batido.

BOOTY (feat. Pitbull) :star1: :star1: :star0: :star0: :star0:
E daí vem a faixa que ela faz parceria com o Pitbull... O início é extremamente irritante, com um sample de uma voz feminina cantando "big, big, booty, what you got a big booty". Em seguida, o Pitbull já lança algumas frases e daí a música assume um ritmo bem dançante, pop-eletrônico mesmo. O estribilho e os versos são bons, mas o refrão (com aquele sample do diabo) é um tanto pé-no-saco. A parte do Pitbull é boa também, com uma energia ótima para dançar e agitar. Para as pistas de dança é uma ótima pedida, mas para curtir nos fones de ouvido eu escolheria alguma outra coisa...

TENS (feat. Jack Mizhari) :star1: :star1: :star0: :star0: :star0:
E essa é mais uma música para a pista de dança. Se você colocar para tocar em uma festa, certamente vai ser um sucesso. Eu não curto ouvir música eletrônica, então essas faixas não me cativam muito. Não são ruins, mas não são meu estilo. Duas estrelinhas e já está mais do que suficiente.

TROUBEAUX (feat. Nas) :star1: :star1: :star1: :star0: :star0:
Com "Troubeaux", nós voltamos para o tradicional da JLo, um pop dançante, mas com pegadas de hip hop. A música é boa, mas nada muito mais do que isso. Ela mantém o mesmo ritmo do início ao fim, sem muita alteração melódica e encorpa batidas mais fortes em alguns momentos. Ao fundo, podemos ouvir o som de um saxofone, o que a torna bem diferente do restante das faixas do álbum. É boa, mas não chega a ser uma favorita.

EXPERTEASE (READY SET GO) :star1: :star1: :star1: :star1: :star0:
E daí o álbum começa a chegar no fim, trazendo a divertida "Expertease (Ready Set Go)", nome originado de uma brincadeira com as palavras "expertise" e "tease". Dançante, mas não muito, essa música é bastante contagiante e te põe para cima. Dá vontade de dançar e aproveitar a vida como se não houvesse amanhã. Ela fala sobre desejo, paixão e, bom, sobre sexo, obviamente. A letra não é vulgar, nem nada, mas é bem ousada. Tipo, "Imma turn your body on, cause a marathon begins with passion and I don't wanna wait another minute, we can do it standing up, gonna feel my love, one thing unites us, you know that our bodies are made for sinning"... Mas quem se importa? Põe no replay e já eras.

SAME GIRL (feat. French Montana) :star1: :star1: :star1: :star1: :star0:
Essa é a última música do álbum (versão deluxe) e já tinha sido previamente lançada promocionalmente. Ela tem uma vibe bem urbana, hip hop and street style. Imagino a Jen com aqueles tênis coloridos, calça larga, barriga de fora, argolas douradas gigantes e um boné na cabeça, sabe? E o intuito da música é justamente esse, dizer que ela continua sendo a mesma garota de sempre, a Jen "from the Bronx". Acho que foi uma maneira bem legal de encerrar a coleção de músicas de "A.K.A.", mostrando a todos que não importa como ela é chamada ou qual a denominação que dão a ela, ela continua sendo quem ela sempre foi. E para encerrar as participações, French Montana canta novamente com ela em "Same Girl".

Novo álbum da JLO, "A.K.A."...

A.K.A. (2014)
Jennifer Lopez
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Com este oitavo álbum, a cantora Jennifer Lopez apresenta 14 músicas inéditas cheias de batidas de hip hop, R&B, num estilo pop bem dançante e animado. Ela conta com a participação de diversos artistas, incluindo Pitbull, French Montana e Iggy Azalea. Os destaques do álbum vão para as músicas "First Love", "I Luh Ya Papi", "Emotions" e "Let It Be Me", sendo que as duas últimas são baladas e falam sobre o amor de uma forma bem romântica. Não considero o melhor álbum da cantora, mas ela teve sucesso com a escolha de algumas músicas, que prometem virar hits rapidamente. O fato de ela ter nomeado o álbum como "A.K.A." diz muito sobre quem ela é e sobre a imagem que ela quer passar: a menina simples do Bronx, que ficou famosa, mas continua sendo exatamente do jeito que ela sempre foi.

Musa que é musa, sempre será musa. Aos 44 anos, ela continua linda de morrer (com um corpão de botar inveja) e sabe muito bem quais são seus objetivos. Adoro a voz doce dela e gosto da vibe nigga que ela transmite em suas músicas. Neste álbum, nem todas as faixas me agradaram em cheio, mas as escolhidas como minhas favoritas fizeram ele se tornar incrível e eu não consigo parar de ouvir. Mas fã é um pouco suspeito pra falar isso, certo?