31 ago 2016

Blog Day, senhoras e senhores!

Postado às 11:30 | 6 comentários
Categorias: Blog

Sim, chegamos a ele! Trinta e um de agosto, o nosso querido Blog Day! Este ano, ainda com um gostinho especial, por motivos de: foi minha primeira participação no BEDA e... Meodeus do céu! Eu sobrevivi ao BEDA, nem acredito. Cheguei ao final do mês com posts publicados todos os dias aqui no blog e isso é um recorde histórico para mim... Para comemorar, a tradição do dia do blog: indicar alguns blogs da nossa querida blogosfera.

Blog Day 2016

Antes de indicar alguns blogs que conheci recentemente, queria reforçar que tem blogueiras que eu conheço há anos (oi, somos blogueiras das antigas, okz?) e ainda estão ativas com seus blogs e, portanto, acho que elas também devem ser mencionadas neste post. São elas: Nicas, Poly, Carol Chang, Virgínia, Thais Aux e Claudinha. Meninas, estamos de parabéns!

As minhas indicadas deste ano são:

Thay do blog Dreams
Descrição da Thay no blog: É daquelas que ou está socializando com os cachorros ou em um canto absorta num livro, fones nos ouvidos. Perfeccionista, cheia de manias. Leão com ascendente em Touro e lua em Capricórnio, a teimosia em pessoa. INTJ.

Manu do blog Beyond Cloud Nine
Descrição da Manu no blog: Oi! Eu sou a Manu, a pessoa por trás de tudo isso que é o Beyond Cloud Nine. Eu gosto de livros, de dias chuvosos e de coisas com arco-írises. Também adoro joguinhos flash e volta e meia venho aqui procurando refúgio da vida real.

Mih do blog My Other Bag Is Chanel
Descrição da Mih no blog: Michele Santos, mas pode chamar de Mih! Tenho 24 anos, sou jornalista, geminiana, louca dos gatos, curiosa por moda, apaixonada por música e sou uma araçatubense vivendo em São Paulo.

Mari do blog Bus 142
Descrição da Mari no blog: Com 19 anos eu fiz as malas e fui morar 1 ano nos Estados Unidos, uma aventura que mudou a minha vida pra sempre e só me deixou com mais vontade de conhecer o mundo! 8 anos e 12 países depois, minha bucket list só aumentou. Em 2016, eu e meu namorado embarcamos em uma nova aventura: morar no Panamá. Juntei minhas paixões por viagem, histórias, fotografia, rock'n'roll, vinho e comida italiana e foi assim que o Bus 142 nasceu. Eu sou a Mari e esse é meu blog de viagem. Vem de carona!

Nambs do blog Nambarices
Descrição da Nambs no blog: Natália, 28 anos e paulistana. Clichê & stalker.

Muryel do blog Era Uma Vez, Uma Menina...
Descrição da Muryel no blog: Muryel, (mumu para os íntimos), pisciana do dia 10/03. Estudante de Pedagogia na PUCRS. Ler, amar, orar aos deuses da natureza e dormir!

E acho que é isso! Já posso entrar de férias agora? Até mais.

BEDA Agosto 2016

30 ago 2016

O fim de uma história que não teve começo...

Postado às 21:44 | 0 comentários
Categorias: Textos

Eram cinco e meia da tarde. Estava na hora de eu ir embora. Juntei minhas coisas, peguei minha bolsa e desci para falar com ele. Passei o dia inteiro evitando aquele momento, mas a verdade é que eu só conseguiria seguir minha vida se tivéssemos aquela conversa.

Parei na frente dele, meio sem jeito, e perguntei se ele poderia me acompanhar até o meu carro. Aqueles foram, talvez, os segundos mais desconfortáveis de nossas vidas. Sabíamos o que estava por vir em seguida... Meu corpo tremia de cima à baixo, sem parar, e eu desviava do olhar dele sempre que possível. Ele fazia o mesmo.

E então era isso... Teríamos a conversa que daria fim à nossa história. A história que sequer um dia começou. Eu já sabia o que ele ia falar, mas eu queria ouvir as palavras saindo da boca dele. Não tinha sido fácil para mim, não deveria ser fácil para ele também. Ele me olhou com o canto dos olhos, nervoso. Mesmo tendo facilidade para falar, ele custou a achar as palavras para iniciar aquele diálogo constrangedor. Assim que começou, chegamos ao fim.

Nunca tinha visto ele ficar tão nervoso como naquele dia. Ele gesticulava enfaticamente, mais do que de costume, tentando argumentar com precisão e explicando da melhor forma possível tudo o que sentia, pensava e significava para ele. Eu sabia que estava sendo difícil... Ele tentou se esquivar de alguns assuntos, mas eu precisava que ele me falasse tudo. Então, insisti.

O fim de uma história que não teve começo...

Meus olhos se enchiam de lágrimas a cada frase... Era muito mais difícil escutar do que imaginar aquelas mesmas ideias na minha cabeça. Mas eu não tinha expectativas diferentes, ele seguiu o mesmo roteiro que eu já havia elaborado mentalmente. Ele me dizendo "não", eu me sentindo inconsolável e meu coração estraçalhado no chão. Doeu tanto, doeu demais.

Ele abriu os braços para um último abraço e eu senti um nó se fechando em minha garganta. Eu tentei segurar algumas lágrimas de escorrem pelo meu rosto, mas era muito difícil conter tanta angústia dentro do peito. Eu o segurei forte por alguns segundos, mas eu senti que estava sendo um incômodo para ele. E então o soltei... Ele me deu tchau, atrapalhado, e eu sabia que não era uma simples despedida. Era o fim de nós.

Quando ele virou de costas e foi embora, eu desabei. Eu tinha vontade de gritar, sair correndo e nunca mais voltar. Quando eu fechei a porta do carro, chorei muito. Não me importei se alguém em volta conseguia me enxergar no banco da frente do carro, soluçando... Eu não me importava com mais nada. Nada mesmo.

Finais são sempre tristes. Perdê-lo, daquela forma, foi ainda pior. Eu sabia que não veria mais aqueles olhos, não apreciaria mais aquele sorriso, não sentiria mais aquelas mãos na minha pele. Eu já estava com saudade de ouvir aquela voz, que tinha o dom de me acalmar... Saber que tudo seria diferente dali adiante era o mesmo que enterrar uma faca em meu peito e a deixar lá para sempre... Sangrando.

Eu não teria outra opção senão me afastar de tudo aquilo. Foi o que eu fiz. É o que faço até hoje. É o que continuarei fazendo, até conseguir arrancá-lo de mim definitivamente. Arrancar de mim todas as cenas em que o imaginei ao meu lado, para o resto da minha vida.

BEDA Agosto 2016

29 ago 2016

É hora de desapegar!

Postado às 15:44 | 1 comentário
Categorias: Livros

Hoje eu terminei de ler mais um livro. Este aí não estava na minha lista de próximas leituras, porque ganhei ontem de presente de aniversário, mas achei que era a leitura perfeita para esta segunda-feira chuvosa, pós-aniversário, e diante de todas as mudanças que estão por vir nesses próximos dias... Em breve, contarei mais detalhes sobre isso. :cute:

"Não Se Apega, Não" de Isabela Freitas

Por enquanto, vou falar brevemente sobre esse livro que caiu como uma luva neste meu período de transição: "Não Se Apega, Não", da blogueira Isabela Freitas. Eu já o conhecia por nome, mas não cogitei comprar o livro por não se tratar de uma "história", mas algo como um relato pessoal. Eu não costumo ler livros nacionais, porque não vejo muita graça nos enredos e estilos de escrita dos autores daqui, mas confesso que estava curiosa para ler o desfecho deste livro.

Comecei a ler ontem à noite, antes de dormir, e fui um pouco além da página 50... Hoje, quando acordei, peguei o livro de novo e sabia que só sairia da cama depois de concluir a leitura. A parte boa é que "Não Se Apega, Não" é uma leitura fácil, rápida e leve. Achei um pouquinho bobo o jeito como ela escreve, mas isso se deve ao fato de ela ser jovem e ainda estar iniciando a carreira como escritora. Ou realmente não seja o meu estilo, não sei.

O fato é que este livro me fez lembrar dos meus textos mais antigos e eu percebi o quanto eu já amadureci na escrita de lá para cá. Eu também reparei que penso muito parecido com ela, que temos gostos em comum e que tudo o que ela relata na história dela, eu já descobri sozinha há algum tempo, nas andanças da minha vida. É bem bacana ver que alguém que pensa parecido e passou por coisas semelhantes, chegou à mesma conclusão que eu.

Concordei com a maioria das coisas que ela escreveu e isso foi bem interessante — geralmente, eu sou aquela menina que é totalmente diferente do resto do mundo, portanto foi bom ver que não estou sozinha nessa. Existem mais unicórnios como eu. :laughing:

Em relação à história, algumas partes eu achei relevantes, outras não tanto... Mas, mesmo assim, a leitura flui bem. Ela começa o livro falando do final do seu namoro com Gustavo, com quem está junto há mais de dois anos. No início, não dá para entender muito o porquê do namoro ter feito tão mal a ela, mas com o virar de folhas, isso fica mais explícito. E, sim, foi a melhor decisão que ela podia ter tomado. Namorar alguém só para não se sentir sozinho é, com certeza, a pior escolha que alguém pode fazer.

"Não Se Apega, Não" de Isabela Freitas

Nos capítulos seguintes, ela vai nos apresentando outros personagens importantes de sua vida, como seus melhores amigos Pedro e Amanda, os peguetes que surgiram pelo caminho e alguns amigos de anos que acabaram entrando e saindo de sua vida mais tarde. Eu me identifiquei com várias histórias, por sinal. Em algumas delas, lembrei de coisas aleatórias que aconteceram comigo e que me magoaram da mesma forma como a magoram também.

A moral do livro é que amores e amizades vêm e vão e nós precisamos saber quando é a hora de desapegar do que não é mais relevante e essencial em nossas vidas. Deixar as tristezas, mágoas e decepções no passado, que é onde elas realmente devem ficar... E eu concordo com isso em gênero, número e grau. Precisamos aceitar o que passou, guardar as lições aprendidas e seguir em frente. Afinal, a vida continua...

Em relação ao amor, precisamos aprender que o certo acontecerá na hora certa... Para isso, haverão tropeços pelo caminho, portadas na cara, lágrimas (sim, muitas lágrimas) e coisas que não compreenderemos em um primeiro momento. Mas o amor chega, se formos pacientes. E se não chegar, é porque ainda não aprendemos a ser felizes sozinhos. Sim, este é o primeiro passo. Esperar que o outro seja responsável por nossa felicidade é estar condenado ao fracasso.

Sendo assim, recomendo a leitura do livro para quem está nesse limbo de autoconhecimento, entre um namoro ou outro, ou está em um relacionamento que não parece ser muito realizador ou feliz. Sempre há tempo de mudar e de fazer novas escolhas. Nosso destino só pertence a nós mesmos. E como ela disse no livro (e eu concordo): nem sempre a vida e o destino sabem o que é o melhor para nós; cabe a nós mesmos decidir os passos que devemos tomar hoje e amanhã.

Mas a pergunta que não quer calar é... E o Pedro, Isabela?

BEDA Agosto 2016

28 ago 2016

Aniversário de 32

Postado às 10:48 | 5 comentários
Categorias: Pessoal

Chegou o dia de comemorar mais um aniversário e somar um ano na minha idade... Sim, mais um ano de vida, de experiências vividas, de momentos compartilhados com familiares e amigos. São trinta e dois anos já, mas eu ainda me sinto jovem. Nunca me importei tanto com a idade em si, mas ultimamente estou começando a sentir o peso da idade chegando em alguns quesitos da vida: falta de energia, cansaço, sono, dificuldade para emagrecer, entre outros.

Aniversário de 32

O que eu posso dizer é que eu ainda tenho muito fôlego para viver mais muitos e muitos anos. Tenho curiosidade suficiente para explorar novos mundos, sou corajosa o suficiente para encarar novos desafios, sou persistente o suficiente para não desistir quando tudo parece estar dando errado e sou confiante o suficiente para acreditar que o melhor ainda está por vir.

Ouso dizer que este ano que começa hoje pode ser o melhor ano da minha vida. Tem mudanças boas vindo por aí e, apesar de algumas coisas ainda estarem fora dos trilhos, eu sei que o tempo vai colocar tudo de volta em seu lugar. Se eu continuar sendo positiva e confiante, tudo o que eu vivi nestes 32 anos de vida terão valido muito a pena.

Hoje é dia de comer bolo, salgadinhos, negrinhos e branquinhos e comemorar com as pessoas que estiveram presente em várias etapas do meu percurso. Hoje é dia de renovar os ânimos, de buscar novas inspirações, de receber abraços e parabenizações e curtir muito.

Pela primeira vez em muitos anos, eu não comprei presente para mim mesma. Vou deixar que a vida se encarregue de me presentear pelos próximos 365 dias (e também além disso). Eu quero surpresas boas, momentos únicos e pessoas especiais. Meu ano #32 será espetacular, eu sei.

BEDA Agosto 2016

27 ago 2016

Jogo: Move The Box

Postado às 21:17 | 1 comentário
Categorias: Jogos, Tecnologia

Apesar de ter esse jogo em meu celular há anos, ele sempre vem a calhar quando eu preciso de uma distração. Move The Box é um jogo de lógica e raciocínio e te desafia a encontrar a melhor solução para eliminar todas as caixas da doca através de movimentos estratégicos e precisos.

Move The Box

O jogo consiste em alinhar três ou mais caixas de mesma cor e modelo para que elas explodam, eliminando todas as caixas de cada nível. Você tem um limite de movimentos para fazer em cada nível, mostrados na parte inferior da tela, e só conseguirá avançar no jogo se zerar as caixas com o número mínimo de deslocamentos exigido. Ou seja, se zerar as caixas com mais movimentos do que o nível permite, você terá que tentar novamente.

Move The Box

Move The Box

Move The Box

Move The Box

O jogo é dividido em quatro fases, sendo elas North America, Europa, Asia e South America. Cada uma dessas fases é dividida em mais quatro subfases (que são os nomes de cidades) e conforme você vai avançando, a dificuldade do jogo aumenta.

Move The Box

Move The Box

Move The Box

Move The Box

Move The Box

Em fases muito complicadas, você pode usar as dicas, ou hints, que podem ser compradas com dinheiro em pacotes de 5, 15 ou 30 unidades. Você inicia o jogo com 5 dicas gratuitas.

Move The Box

Move The Box

A minha versão do jogo é a Pro, que consegui baixar gratruitamente pela App Store em um dia que estava de graça (sim, sou pobre). Mas a versão Lite funciona da mesma forma, a diferença é que ela tem menos níveis e eles colocam propagandas para compensar. Caso a versão paga seja acima do seu orçamento, opte pela versão gratuita mesmo e seja feliz.

Como jogo há bastante tempo, estava bem avançada no jogo, no entanto, na última atualização do aplicativo, por algum motivo que desconheço, ele zerou todas as minhas fases e eu tive que começar tudo de novo... Acredito que o desenvolvedor e a estrutura do jogo mudaram e, por isso, eles forçaram os jogadores a iniciarem do zero mais uma vez. #fuen

Move The Box

É um jogo muito bacana, simples e fácil de jogar. Um ótimo passatempo para se entreter quando estiver de bobeira, tipo, em alguma sala de espera, no ônibus ou no metrô, na cama sem sono e até mesmo no banheiro. Uhum, quem nunca?

Para baixar o aplicativo, acesse a App Store ou o Google Play, já que o jogo está disponível para iOS e Android. A versão paga para iOS atualmente custa U$0,99, enquanto no Google Play está por R$2,52. Vamos começar a jogar então? Bora lá!

BEDA Agosto 2016