03 mai 2015

Tag: Minha Vida em 10 Músicas

Postado às 22:38 | 3 comentários
Categorias: Blog, Memes e Tags

Ufa! Finalmente um final de semana inteiro para respirar e dar uma relaxada... As últimas três semanas foram absurdamente corridas e eu estava precisando de um feriadão destes para recuperar o fôlego. Terminei a semana até meio doente, com um pouco de febre e espirrando muito, então aproveitei a sexta-feira e o sábado para ficar jogada na cama, lendo e assistindo seriado. Ontem até me senti mais disposta e fui ao shopping fazer umas compras e ir ao cinema. Hoje, com esse tempinho de chuva, eu aproveitei para ficar em casa e descansar mais um pouquinho, antes de voltar com tudo na semana novamente...

A lista de assuntos para escrever para o blog continua crescendo, então hoje estou passando aqui para tirar o pó e postar uma tag que a Adriana Monteiro me indicou há séculos... Eu não consegui postar antes, mas deixei o link guardadinho nos meus e-mails para quando surgisse um tempinho... Eis que surgiu. A tag se chama "Minha Vida em 10 Músicas" e consiste em listar uma música para cada um dos dez temas abordados... Vamos ao que interessa então! :happy:

1) Uma música que te lembre um momento bom

Eu não preciso pensar duas vezes, certamente é "Chasing Pavements" da Adele. Apesar da energia melancólica, essa música me lembra a época em que eu estava em Toronto, trabalhando na Second Cup. Lembro de ouvir essa música aos sábados pela manhã, bem cedo, enquanto eu colocava as cadeiras e mesas para a rua, para que os clientes pudessem aproveitar o calor do verão de 2009... É uma lembrança doce e amarga. Doce, porque foi uma época maravilhosa na minha vida; amarga, porque tenho muitas saudades de lá.

2) Uma música que defina sua vida

Achei bem difícil encontrar uma música que fale bastante sobre mim... E então, de repente, eu lembrei de "Daydreaming" do Paramore. Sonhar acordada é o que eu mais faço nessa vida... Acho que o fato de gostar de escrever e criar minhas próprias histórias é que me fazem imaginar tanto, confabular o tempo inteiro, sonhar alto... Eu vivo em um mundo à parte, habito uma bolha de sabão repleta de fantasias e acontecimentos incríveis. Coisas só minhas. Talvez seja por isso que minhas expectativas miram sempre lá no alto e tudo em minha vida vire um conto de fadas. Sem minha imaginação, eu provavelmente seria uma pessoa beeeeeem diferente...

3) Uma música que te faz dançar na balada

Eu não gosto muito de sair à noite para dançar, ir em baladas e afins, mas se tratando de festas, em geral, "Girls Just Want To Have Fun" da Cyndi Lauper sempre me arrasta para a pista de dança... É aquela música clássica, que não pode faltar. Quando começa a tocar, a mulherada já se olha, animada e começa a se mexer. Desculpa, eu sou velha. Ou seja, festa sem essa música não é festa. O DJ pode tocar todos os hits do momento, mas vai deixar muito a desejar se não tocar este hino em algum momento... Apenas.

4) Uma música que foi tema de algum relacionamento

Na verdade, "Noite" do Dead Fish não foi o tema do relacionamento, e sim o motivo pelo qual eu comecei a namorar. Resumindo a história, eu gostava dessa música e o carinha que eu curtia tinha um CD gravado com essa música (oi, eu sou velha!) e isso meio que foi uma desculpa para começar a falar com ele... E as coisas aconteceram bem rápido. Quando eu vi, nós já estávamos juntos. Tudo culpa do Dead Fish... Essa música sempre vai ser especial e fará eu lembrar dele. E eu tive a honra de ouvir a banda tocando-a ao vivo em um show... Foi inesquecível.

5) Uma música que sempre te faz chorar

Não posso dizer que esta música me faça chorar, mas é fato que sempre fico um pouco triste quando a escuto... Estou falando de "Bizarre Love Triangle" da Frente!. Eu não me lembro exatamente o porquê, mas essa música era especial para mim e para o meu melhor amigo, na época, por quem eu era apaixonada. Eu a ouvia em loop, por horas e horas, enquanto pensava nele... Obviamente, a história não deu em nada e eu acabei perdendo o amigo também. Até hoje, tenho a plena convicção de que ele sentia o mesmo por mim e nunca teve coragem de admitir... Enfim, ela faz eu me lembrar de um ano que foi, no mínimo, difícil para mim.

6) Uma música que seria toque do seu celular

Essa resposta não é hipotética, porque esta música é realmente o toque do meu celular: "A Love Like War" do All Time Low ft. Vic Fuentes. Se não estou enganada, troquei para este toque de celular no início do ano passado e ele me acompanha até então... A introdução da música é perfeita para isso e a energia que sinto quando a escuto é indescritível. Tenho vontade de pular, cantar e dançar. Eu realmente gostaria que meu celular tocasse mais vezes. Me liga?

7) Uma música que você gostaria de tatuar

Eu simplesmente amo essa música! Mas não a coloquei aqui porque eu tatuaria toda a sua letra, mas apenas um trecho dela: it's just a matter of time. Essa frase, da música "Matter Of Time" do Evan Taubenfeld, resume basicamente a minha filosofia de vida... Estou pensando seriamente em tatuá-la no meu tornozelo ou em minhas costas, mas ainda não decidi como (estilo de fonte, cor, desenho, etc). Provavelmente, será minha segunda tatuagem... Mais cedo ou mais tarde, ela estará escrita no meu corpo. Afinal de contas, é tudo uma questão de tempo.

8) Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém

Meu amigo, se você tem o poder de fazer essa música ter algum sentido para mim, é porque eu provavelmente estou babando litros por você... A "Who's That Boy" da Demi Lovato ft. Dev resume bem esse desejo de querer ficar com alguém. Pode ser alguém em quem bati o olho em algum lugar ou aquele rosto conhecido de todo dia, tanto faz. Se, por algum motivo, eu te olhei de um jeito diferente é porque acho que você pode ser a cereja da minha torta... E assim como a música diz, eu também quero te trazer para perto, segurar a sua mão e dançar com você a noite toda. Não que isso aconteça com muita frequência, mas quando acontece... Eu gamo bonito.

9) Uma música que você está viciada agora

"Be My Forever" da Christina Perri ft. Ed Sheeran. Ponto. Estou em um relacionamento sério com esta música. Apaixonada, encantada, viciada, fascinada, obcecada. Porque, vamos combinar, néam? Eita música mais lindinha essa... Não bastasse a voz angelical da Christina Perri, ainda tem o maravilhoso do Ed Sheeran junto. É para matar o meu coração! :love: Provavelmente, ela é minha música favorita do álbum "Head or Heart" da Christina e, atualmente, meu xodozinho. Pode ouvir em loop para sempre? Pode. Obrigada, de nada.

10) Uma música que faz as pessoas lembrarem de você

Essa é fácil! Obviamente, "MMMBop" do Hanson. No auge dos meus 12 anos, eu era uma das únicas do meu círculo de conhecidos a gostar de Hanson (sim, aquela banda pop americana de irmãos loirinhos e de cabelos compridos) e esse fato ficou muito marcado na história, porque eu era muito, mas muito fã deles. Ou melhor, ainda sou, porque uma vez fã de Hanson, sempre fã de Hanson. Resumindo, por conta da minha obsessão por eles na época, muitas pessoas sempre lembram de mim ao ouvir essa música — que é a mais famosa do repertório. E, sinceramente, deveriam lembrar mesmo, porque Hanson era tudo o que eu falava 24h por dia. Ou algo assim.

Não vou indicar a tag para ninguém, mas quem quiser fazer, fique à vontade para roubar, okz? Como já sabem, eu ando meio sumidinha da internétz, mas espero conseguir voltar à ativa aos poucos. Sem pressão... E já sabem, assim que der um tempinho, eu posto de novo. Beijo grande, boa semana a todos.

22 abr 2015

Surpresa boa

Postado às 22:10 | 5 comentários
Categorias: Textos

Meus olhos encontraram você sem querer. Eu não estava te procurando, eu não estava prestando atenção, mas você estava lá, esperando para se tornar uma surpresa boa na minha vida. Levei algum tempo para entender o que estava acontecendo e perceber que minha atenção se voltava em sua direção toda vez que você estava por perto.

E então, aquele dia, eu parei do seu lado e tudo mudou. Tudo mudou para mim, aqui dentro. Não sei se foi quando nossos olhos se cruzaram tão de perto pela primeira vez ou se quando percebi que eu estava completamente à vontade perto de você, sem me preocupar se eu estava falando a coisa certa ou agindo de forma calculada, tentando te surpreender. Eu estava sendo eu, apenas eu.

Surpresa boa

Creio que isso foi o que me fez perceber que, com você, seria diferente. Não gosto de jogo, de teatrinho, de barra forçada. Não quero ter que pensar em táticas para chamar a atenção de alguém, de ter que ficar adivinhando se minhas ações estão me levando para o lugar onde eu quero chegar. Não gosto de ter que ficar pensando o que preciso fazer ou falar para receber algo em troca, gosto quando tudo acontece naturalmente, sem planejamentos, sem script.

E com você foi assim. É assim. Eu não preciso pensar, apenas vou no embalo, seguindo a maré para onde ela me levar. E então eu descobri o seu sorriso. Naquele momento, a única coisa que eu consegui pensar foi que eu não precisei fazer nada de diferente para te fazer sorrir… Aconteceu. E meu coração bateu mais forte imediatamente, porque aquilo tudo era certo. Era fácil, era gostoso.

Meus olhos grudaram em você e eu não queria que aquele momento acabasse. Eles eram atraídos pelos seus lábios, seus dentes, sua voz, seus olhos brincalhões, suas mãos, seus trejeitos... Tão únicos, tão seus. E eu consigo enxergar eles sendo meus, sendo para mim.

E agora você não sai da minha cabeça, de jeito algum. E eu não quero te tirar da minha vida, de jeito algum. Quero fazer parte dos seus planos, dos seus dias, dos seus compromissos. Quero segurar a sua mão, deitar a cabeça no seu ombro, que tem a altura certa para mim. Quero outras surpresas, quero mais conversas, quero provocar sorrisos. O seu sorriso e o meu sorriso, juntos, separados por uma fresta de ar e nada mais.

Vou fechar meus olhos e imaginar minha vida ao seu lado. Depois vou abri-los e esperar o destino me soprar para os seus ares, na velocidade certa. Vou estar de mente aberta, de coração aberto, de braços abertos para te receber na minha vida. Já foi incrível ter te encontrado por acaso, sem esperar, então não tenho pedidos mirabolantes ou desejos impossíveis. Por enquanto, só quero a sua presença e os seus sorrisos. O resto, a vida se encarrega.

04 abr 2015

Uma montanha-russa de emoções...

Postado às 12:10 | 8 comentários
Categorias: Pessoal

Março foi uma montanha-russa de emoções. Provavelmente, foi o mês que me trouxe o pior dia do ano e também o melhor dia do ano, até agora. Oscilei entre mil sentimentos, estando muito bem em alguns momentos e muito mal em outros. Foi um grande festival de alegria, ansiedade, tristeza, excitação, nervosismo, alívio, euforia, pânico, felicidade, tranquilidade, medo, surpresa, aceitação, serenidade e loucura, tudo junto e misturado... Ufa! E apesar de ter sido bom de certa forma, estou contente que acabou, porque eu já estava enjoada daquele sobe e desce sem fim. Eu precisava do chão firme abaixo dos meus pés novamente.

Uma montanha-russa de emoções...

No entanto, essas últimas semanas foram extremamente importantes para mim, de uma forma geral, porque era o que eu precisava para tomar a iniciativa de colocar tudo de volta nos eixos... Ou tentar, pelo menos. Foi um momento marcado por decisões e escolhas, de mensurar o que é relevante e o que faz diferença na minha vida. Estabeleci o que me faz bem, o que me faz mal, o que faz falta e o que não faz. E agora é hora de colocar os pingos nos is e fazer a faxina.

Tenho me sentido bastante frustrada ultimamente (quem nunca?) e me cobrando cada vez mais. Sei que isso não ajuda em nada, mas comprova que algumas coisas precisam de mudanças. E eu vou mudá-las, custe o que custar, porque abaixar a cabeça nunca é uma opção para mim. Eu sou determinada e persistente o suficiente para continuar me levantando após cada tombo e chegar ao meu destino final. Posso ser sensível, mas também sou muito forte quando preciso. Não me importo em derrubar algumas lágrimas ou ganhar algumas cicatrizes durante o percurso, se é o que precisa ser feito... Isso tudo faz parte da vida e dos aprendizados que nos fazem ser quem somos hoje, por dentro e por fora.

Abril promete ser um mês cheio de novidades e eu estou ansiosa para descobrir cada uma delas... Voltei a ser uma eterna otimista e tenho certeza de que as coisas só vão melhorar daqui para frente. Já comecei a dar pequenos passos nesta nova caminhada e não tenho pressa para ver onde vou chegar. Enquanto isso, aproveitarei a paisagem e me certificarei de estar fazendo as curvas e desvios certos, para não me perder novamente...

21 mar 2015

Organizando a vida...

Postado às 20:06 | 10 comentários
Categorias: Pessoal

Eu não gosto de ficar muito tempo sem atualizar o blog, mas eu preciso admitir que minha vida tem sido bastante caótica nesses últimos 8 meses. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, todas boas, muito obrigada. São novas ideias, novos planos, novos desafios. Eu estou vivendo um outro cotidiano e meu fôlego está sempre no limite. Eu estava tentando dar conta de tudo, sem precisar colocar qualquer coisa em segundo plano, mas meu corpo está pedindo uma folga. Não é à toa que fiquei doente tantas vezes desde o início do ano e isso é um aviso de que eu preciso parar e respirar um pouco...

É difícil ter que adiar o que eu gostaria de fazer agora, mas esse é o único jeito de fazer tudo da melhor forma e não atropelar o que eu ainda tenho em mente. O blog não vai entrar em hiatus, mas eu preciso não ter o compromisso de postar de dois em dois dias e falhar miseravelmente... Como uma boa virginiana, eu sempre planejo tudo com muito afinco e não conseguir cumprir as minhas próprias metas é bastante frustrante para mim. Eu sei que eu preciso desacelerar um pouco e organizar essa penca de ideias que eu criei... Este post é mais para mim mesma do que para vocês, na verdade. Eu só precisava registrar isso, tornar oficial. Em resumo, eu preciso parar e não me sentir culpada por fazer isso.

Organizando a vida...

Querer fazer tudo ao mesmo tempo é bastante complicado. Quanto mais você se compromete e planeja, menos você consegue colocar em prática. E então você se cobra ainda mais e faz ainda menos. Pelo menos, comigo é assim. É claro que, em algum momento, você se sentirá esgotado e sobrecarregado — e é mais do que normal precisar parar para se reorganizar.

É o que vou fazer... Preciso sentar, tomar um ar, pensar em prioridades (novamente) e caminhar em uma direção por vez. Quero parar de me cobrar tanto e aproveitar mais cada momento, sem pressa, sem histeria. Quero terminar o que já comecei e não ter mais compromissos. Não posso exigir demais de mim mesma, porque sei que todo o meu esforço até aqui foi válido e entendo que não posso caminhar mais rápido do que minhas pernas. Preciso achar a velocidade certa.

Acho que o fato de não dar conta de fazer tudo o que preciso e ainda manter o blog atualizado, é porque tenho assunto para meses e meses de posts... Anoto tudo sobre o que quero falar no blog e tenho, provavelmente, mais de 50 tópicos diferentes para escrever. Mas ok, eu não vou jogar tudo fora, só vou levar mais tempo para ver tudo isso publicado aqui... Sem crise. A vida é assim mesmo às vezes, precisamos ter paciência e reconhecer que temos limites.

E eu cheguei no meu — mais fisicamente do que psicologicamente, acredito eu. Ando engolindo tudo o que vejo pela frente (ansiedade, oi?) e estou cansada de ficar doente. Portanto, preciso ir com calma, para ter certeza de que estou fazendo as melhores escolhas e pensando em tudo com clareza. Já ando um pouco afastada do mundo virtual, mas eu preciso disso por mais algum tempo. Neste momento, organizar minha vida, minha casa, minha mente e minhas ideias é muito mais importante. O blog terá que esperar.

03 mar 2015

Designer turco cria ilustrações de caligrafia em 3D

Postado às 13:08 | 4 comentários
Categorias: Design

Uma das áreas que eu mais gosto do design gráfico é a tipografia... Eu gostaria de estudar mais sobre o tema e me dedicar a alguns projetos trabalhando com letterings, fontes e letras. Sempre observo com atenção o logotipo de todas as marcas que cruzam os meus olhos, tentando captar o conceito de criação utilizado pelo designer ao desenhar cada letra do conjunto. Acho incrível a quantidade de detalhes que só esta porção de uma identidade visual pode apresentar...

O logotipo de uma marca é a "parte escrita" de sua identidade visual, ou seja, o conjunto de grafias que identifica e simboliza esta entidade, organização, produto ou serviço.

Esta semana, eu encontrei uma matéria falando sobre um designer gráfico da Turquia, aficionado por tipografia, que criou diversas ilustrações de caligrafias em 3D, utilizando apenas lápis preto e canetas coloridas. O trabalho do designer é cheio de cor e jogos de luz e sombra, o que cria o efeito de que as letras estão realmente saindo do papel... Achei sensacional e fiquei apaixonada pelo trabalho do cara. Dá uma olhada em alguns exemplos...

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

Tolga Girgin, autor das ilustrações, domina a arte da caligrafia. Além de desenhar cada uma das letras, de forma espetacular, ele ainda utiliza técnicas de perspectiva de uma forma sutil, dando aos textos e palavras proporções tridimensionais inusitadas... Ou seja, é tão bem feito, que você não consegue entender, em um primeiro momento, como as letras estão desenhadas na folha, de fato. De forma simples (ou nem tão simples assim), ele dá vida ao desenho e faz parecer que as letrinhas estão mesmo sobre o papel, e não desenhadas nele.

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

Simplesmente, incrível.

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

3D Lettering, por Tolga Girgin

Para conferir um pouco mais do trabalho do Tolga Girgin, dê uma olhada no seu Instagram e em sua página do Behance. Afinal, tudo o que é legal, é para ser compartilhado, néam? E o cara está fazendo a parte dele — muito bem feita, por sinal.

01 mar 2015

Daniel Johns, ex-vocalista do Silverchair, lança seu primeiro single em carreira solo

Postado às 11:32 | 3 comentários
Categorias: Música

Quando eu menos esperava, abri minha caixa de e-mails e lá estava a melhor notícia do dia: um e-mail da newsletter oficial do Silverchair, contando que o Daniel Johns estava prestes a lançar seu primeiro single em carreira solo. Depois de tanto tempo sem notícias da banda (que teve seu "fim por tempo indeterminado" anunciado em 2011), eu até estranhei o e-mail, mas ele deu uma colorida no meu dia... Conforme dizia lá, a nova música do ex-vocalista do Silverchair, chamada "Aerial Love", seria lançada em poucos dias, assim como o seu videoclipe. A faixa fará parte do EP homônimo, que será lançado no dia 13 de março... Hurray!

"Aerial Love", de Daniel Johns

Sou fã de Silverchair desde "Frogstomp", primeiro álbum da banda, lançado em 1995. Inclusive, a música escolhida para a minha entrada na formatura do Ensino Médio foi esta versão acústica de "Tomorrow", apesar de todo mundo achar que eu entraria com Hanson... E para quem não sabe, o culpado por eu ter um piercing na sobrancelha é o próprio Daniel Johns, que também usava um no auge de sua carreira. Ou seja, eu sempre gostei muito do cara...

Daniel Johns

E daí, boom... Surpresa, surpresa! Carreira solo, single novo e eu já estou à bordo... Obviamente, enxergar essa nova perspectiva da vida dele foi uma novidade e tanto para mim. Eu sabia que ele continuava trabalhando com música, atuando em outros projetos, compondo e produzindo, mas carreira solo é diferente... Fiquei feliz em proporções astronômicas. Escutei a música na hora e amei logo de cara. Alguns dias mais tarde, o vídeo da música foi lançado também... Dá play!

E como já era de se esperar, "Aerial Love" pegou todo mundo de surpresa. Bastante diferente do som do Silverchair, o novo trabalho do Daniel Johns está com uma pegada mais sexy, bem soul e intensa. Além disso, você não escuta guitarras pesadas e batidas agressivas, a música é suave e está mais para pop eletrônico do que para o famoso rock grunge da banda. A faixa foi produzida em parceria com Joel Little, produtor da Lorde.

Daniel Johns

Daniel Johns

Bom, mas nem todo mundo se surpreendeu com a última novidade do cantor... Eu, por exemplo. Apesar de ser bem diferente do som carregado e barulhento do início da carreira do Silverchair, os dois últimos álbuns da banda ("Diorama" e "Young Modern") — ambos ótimos, por sinal — já mostram um pouco dessa mudança de percurso do músico... Aliás, talvez tenha sido por isso que a banda decidiu parar e se dedicar a projetos solos: divergência musical.

Afinal de contas, o cantor não é mais um garotinho rebelde de 16 anos, cheio de raiva do mundo e incertezas... Sua voz está mais madura e agora reflete as experiências de uma nova etapa: sua vida aos 35 anos. Os últimos trabalhos dele mostram muito isso. Depois de muitas idas e vindas, este é o lado que ele quer nos mostrar: íntimo, introspectivo e sexy. Muito sexy!

Daniel Johns

Eu, particularmente, adorei a música e gostei muito dessa energia mais profunda — e ao mesmo tempo leve — do cantor. Adorei o Daniel cantando em falsete, coisa que ele não fazia muito com a banda... E convenhamos, néam meninas? Sempre achei ele leendo, mas a idade fez muito bem ao moçoilo... Fiu fiu!

Não sei ainda o que esperar deste EP do Daniel Johns, mas estou ansiosa para ouvi-lo... Não vejo a hora de ouvir o primeiro álbum de estúdio do cantor, esperado para este ano também. Espero que mais surpresas venham por aí... Certamente, continuarei sendo fã dele. E só de ter o Daniel Johns de volta ao cenário músical, com tudo, já valeu pelo ano inteiro.

22 fev 2015

7 coisas que eu odeio no trânsito

Postado às 18:24 | 3 comentários
Categorias: Miscelânea

Eu, simplesmente, amo dirigir. Amo mesmo, de verdade. Eu tirei minha carteira de motorista quando eu tinha 19 anos e dirijo, praticamente, todos os dias desde então. Bom, ou quase isso. Por esse motivo, nunca me importei em trabalhar em outra cidade (leia-se Porto Alegre, okz?) e levar cerca de 40 minutos para chegar todo dia na empresa e mais tudo isso de novo para voltar. Ou até 2h, dependendo do dia da semana e do horário. Eu ligo o rádio num volume bem alto e fico ouvindo os meus artistas favoritos, cantando e dançando como se não houvesse amanhã... Engato a primeira e vou, bem tranquila.

Eu amo dirigir!

No entanto, tem algumas coisinhas que me tiram do sério quando estou dirigindo... E já adianto, engarrafamento não é uma delas. Claro, é um saco ficar trancado no trânsito, naquele "anda um pouquinho e freia" sem fim, dirigindo a 20km/h por uma distância que parece não acabar nunca. Mas isso não me irrita, só é muito chato. Mas quem dirige sabe, faz parte. O que me estressa de verdade são coisas mais específicas. Vamos à lista?

1) Motoqueiro que acha que o corredor é sua própria pista

Tem coisa mais irritante do que motoqueiro que passa buzinando do seu lado, quase levando o seu retrovisor junto? Ou pior, quando você vai trocar de pista e aparece, do nada, uma moto que quase bate em você? E, sim, você deu seta e olhou antes de trocar de pista, mas ela não estava lá segundos antes... Eu queria que todas as motos andassem na pista e não ficassem atrapalhando o trânsito e me causando infartos — levo cada susto com motoqueiros quase batendo em carros e ônibus, que chego a pisar no freio por reflexo. Resumo da história, eu odeio motos. E odeio motoqueiros que não respeitam as leis de trânsito. Ou seja, todos eles. Andem nas suas pistas, suas pragas. Que coisa mais séria!

2) Veículos que não dão seta para dobrar ou trocar de pista

Isso é para ser a coisa mais simples do mundo: se você quer dobrar ou trocar de pista, primeiro você liga a seta, depois olha pelos espelhos para ver se tem espaço e está tudo tranquilo e então vai... Mas não, os arigós só enfiam o carro na frente do seu ou param drasticamente na esquina, para entrar na rua de repente. Ou pior, ligam a seta um segundo antes de dobrar, achando que vai adiantar alguma coisa... Meo, se você sabe que vai dobrar ali, liga a seta beeem antes, não tem problema. É melhor ser adiantado e deixar todo mundo avisado, do que ficar atrapalhando todo o trânsito e quase causando acidentes... Não entendo a dificuldade. É dose, viu?

3) Quando o veículo que está vindo logo atrás não reduz para deixar você trocar de pista e, ao invés disso, acelera ainda mais e corta na sua frente

Esse problema seria resolvido com apenas uma coisa: gentileza. As pessoas estão sempre com muita pressa e querem tirar proveito de todas as situação possíveis. Por conta disso, não podem deixar outra pessoa entrar na sua frente, mesmo que isso signifique tirar o pé do acelerador por dois segundos. É tudo uma questão de deixar o trânsito fluir melhor... Grande coisa você tocar o seu carro por cima dos outros só para dizer que chegou primeiro, já que você não ganhará nada por isso. Seja gentil, dê espaço para alguém passar à sua frente, quando necessário. E, por favor, néam? Nada de ficar andando em zig zag entre os outros carros... Tudo tem limites.

4) Quando você está vindo em uma velocidade considerável e um veículo entra de outra rua na sua frente, em velocidade tartaruga

A regra é clara: se você for entrar numa rua e ver que está vindo um outro veículo, certifique-se de que dará tempo de fazer a conversão e entrar no fluxo do trânsito, sem que os outros carros precisem usar freios ABS para deixar você passar... Ou seja, se tiver pouco espaço, entre na via e pise no acelerador com tudo. Ou nem entra, né? Se você quer entrar em ritmo de lesma, espere até abrir um buraco maior (ui!)... Vendo pelo outro lado, se você está vindo rápido e percebe que tem alguém querendo entrar na rua, tente trocar para a pista ao lado (se tiver, claro) para que ele consiga entrar e você não precise parar, frear ou atrapalhar o trânsito... É tão simples. Basta usar o bom senso.

BR 166 (Canoas/RS)

Trecho da BR-116, que eu pego todo dia na volta do trabalho...

5) Motoristas que não conseguem fazer a curva em sua própria pista e invadem metade da sua

Esse item é bem crítico. Principalmente, porque eu passo por isso todo santo dia. Eu não consigo encontrar uma explicação para esse fenômeno: ou todo mundo está dirigindo bêbado ou só eu e uns gatos pingados enxergamos linhas imaginárias ao fazer a conversão. Se você está na faixa da direita, ao dobrar ou fazer a curva, deve continuar na mesma faixa da direita, certo? Eu não posso estar tão louca assim... O fato é que, em momentos como este, eu sempre prefiro ir mais devagar e esperar para ver o que o motorista do lado vai fazer: se atravessar na minha frente ou fazer a curva como uma pessoa normal. E todo mundo sempre escolhe a primeira opção... Por que, meu Deus? Por que?

6) Veículos que grudam na sua traseira e ficam colocando luz alta

Amigão, se você quer que eu deixe você me ultrapassar, não faça isso... Jamais. Eu posso ter me distraído por alguns segundos e não ter visto você se aproximar, mas isso não justifica você jogar luz alta na minha cara... Geralmente, eu troco de pista quando vejo que alguém está vindo com mais velocidade do que eu, mas se você ficar me incomodando, eu provavelmente não sairei da frente de propósito. Está com pressa? Sai mais cedo de casa. Quer passar? Passa por cima. Não tenho paciência com pessoas grossas e estúpidas no trânsito... Se eu deixar você passar mesmo assim, é porque simplesmente não quero que você estrague o meu dia. Já vai tarde, demônio.

7) Quando um veículo vem pelo acostamento ou por um atalho proibido e embica o carro para entrar na sua frente

Primeiro, a pessoa já começou fazendo errado por vir por um lugar que não podia. Segundo, se você estava esperando na fila à frente dela, por que deveria deixá-la passar agora? De novo, as pessoas não têm paciência e só querem contar vantagem. Se todos os motoristas seguissem as regras à risca, esse tipo de problema não aconteceria... E é chato pra caramba, né? Cara, espera a sua vez. Eu já estava aqui, esperando para seguir o meu caminho. Quando for a sua vez, você também irá. Em alguns casos, eu não me importo em deixar alguém passar na minha frente, por exemplo, alguém que estava meio perdido e precisava dobrar exatamente naquela rua à direita... Ok, tudo bem, você pode passar. Mas quando você sabe que a pessoa apenas está dando uma de esperta, ãh-ãh... Eu não deixo passar e ainda olho com cara feia... Humpf! Se toca, filho!

Sou bastante paciente e costumo ser gentil no trânsito, mas tem gente que abusa, néam? E daí dirigir vira sinônimo de incomodação na certa. Não, gente. Vamos evitar o estresse! Já tem tanta coisa para nos deixar chateados nessa vida, dirigir não deveria ser uma delas... Dirigir é tão legal.

Se todo mundo se comportasse direitinho enquanto dirige, o trânsito seria muito mais agradável e aconteceriam menos acidentes também. Vamos prestar mais atenção, ser mais gentis e deixar o fluxo seguir em paz... E, se você também dirige, tente não incomodar o trânsito alheio, fazendo coisas como as dos itens que citei acima... O trânsito agradece. E eu também.

16 fev 2015

Tag: 14 coisas sobre 2014

Postado às 13:19 | 6 comentários
Categorias: Blog, Memes e Tags

Recebi uma indicação da Grazi para fazer essa tag, no final do ano passado, mas só consegui me organizar para responder agora. Antes tarde do que nunca, não é verdade? Achei a tag bem legal e diferente, porque ela faz um resumão de 2014, através de 14 perguntas sobre temas variados. São 14 sobre 2014... Entendeu o trocadilho? Ahn, ahn? Hehehe! :tongue:

14 coisas sobre 2014

Bom, vamos às perguntas e respostas...

1) Qual foi a melhor coisa que aconteceu para você em 2014?
Definitivamente, foi ter conseguido um novo emprego, em uma empresa bacana, com a qual eu me identifico de verdade e me sinto feliz em fazer parte... Apesar de estar lá há pouco tempo, já me sinto em casa e acredito que seja a melhor empresa em que eu já trabalhei. Agradeço todos os dias por ter conseguido essa oportunidade.

2) Qual foi a pior coisa que aconteceu para você em 2014?
Dois mil e quatorze foi um ano muito bom para mim, no geral, portanto não consigo pensar em nada muito ruim que tenha acontecido. Talvez, ter perdido as fotos de 4 dias da minha viagem a Boston e New York tenha sido a pior delas... Eu fiquei muito triste, mas eu sei que poderei tirá-las novamente quando eu voltar aos dois locais em um futuro breve. Então, sem pânico.

3) Qual foi o momento mais marcante de 2014?
Acredito que tenha sido quando eu desci do avião em Boston e li a frase "Welcome to Boston" no corredor do aeroporto... Sonhei por mais da metade da minha vida em ir para os Estados Unidos e foi um momento muito especial para mim quando aquilo passou a ser realidade. Eu nunca vou me esquecer de como me senti naquele dia... Foi incrível.

Chegando em Boston...

4) Qual foi o momento menos marcante de 2014?
Acredito que tenha sido o período de férias que minha ex-empresa me obrigou a tirar, antes de me mandar embora... Foram 10 dias inúteis em casa (não pude viajar porque estava tendo aulas da pós-graduação), que não fiz nada de útil, já que estava chateada e preocupada em encontrar um outro emprego o quanto antes... The joke is on you, bitches.

5) Qual foi a melhor música de 2014?
Conforme o Last.fm, a música que eu mais ouvi em 2014 foi "Chains", do Nick Jonas. No entanto, acho que a música que mais marcou o meu ano foi "Jealous" (também do Nick Jonas) e que está em segundo lugar na lista. Escutava essa música diversas vezes no mesmo dia e não me cansava. O engraçado é que eu nunca fiz nenhuma associação com alguém, ou seja, eu a ouvia realmente porque gostava da sua sonoridade... E, sendo assim, acho que ela foi a melhor.

6) Qual foi o melhor clipe de 2014?
Sem dúvidas, "Thinking Out Loud" do Ed Sheeran. Sem comentários.

7) Alguém fez o seu 2014 valer a pena?
Sim, dois amigos que fiz na pós-graduação e que, hoje em dia, são as pessoas mais próximas de mim e que eu mais gosto. Se essa especialização não servir para nada profissionalmente (ei, bate na madeira!), pelo menos valeu por ter trazido essas duas pessoas tão queridas para mais perto de mim. Bruno e Pri, amo vocês! <3

8) Alguém te decepcionou em 2014?
Sim, um ex-colega de trabalho... Ficamos bem próximos conforme fomos nos conhecendo e, do nada, ele se afastou de mim. Eu sabia que era por conta de alguns problemas pessoais, mas não entendo como você pode significar tanto para uma pessoa e, mesmo assim, ela não querer mais falar com você. Fiquei bem magoada logo que aconteceu, mas resolvi esquecer e seguir adiante.

9) O que você fez em 2014 e faria novamente?
Viajaria para um lugar que nunca fui, sozinha... Eu faria de novo porque foi mágico. Conhecer um lugar diferente apenas com a sua própria companhia é uma experiência incrível... Eu recomendo muito (em algum momento da sua vida) e faria de novo, de novo e de novo.

10) O que você mudaria em 2014?
Acho que nada. Se eu pudesse, teria saído antes do meu emprego anterior, mas eu acredito que as coisas acontecem quando realmente devem acontecer... E o timing da troca de empregos foi perfeita, então, provavelmente, eu não mudaria nada.

11) Qual foi a melhor selfie do ano?
Em termos de beleza e visual, acho que eu diria esta, esta ou esta, mas a minha escolha não será baseada nesse quesito... A melhor selfie de 2014 é esta aí embaixo, bem sem graça mesmo, mas eu explico o porquê. Essa foto foi tirada no dia 27 de agosto, minutos antes da virada para o dia 28, meu aniversário. Eu estava em New York, sozinha, atirada na cama, muito cansada, após mais um dia de bateção de perna pela rua... Eu não tinha mais forças no corpo (sério!), mas eu estava extremamente feliz e precisava registrar o momento. Prestes a entrar nos 30 anos, aquele foi um dos momentos mais sensacionais da minha vida.

A melhor selfie de 2014...

12) Você realizou algum desejo em 2014?
Sim, viajei para os Estados Unidos sozinha para passar lá o meu aniversário de 30 anos. Comecei a planejar essa viagem com mais de um ano de antecedência e, graças a Deus, saiu tudo como o planejado. Foi um item riscado da minha bucket list e pretendo voltar para lá de novo ainda esse ano... *cruza os dedos*

13) Você cumpriu alguma meta que tinha estipulado para 2014?
Sim, também. Duas metas, na verdade. A minha primeira meta era não comprar nenhuma roupa de janeiro a agosto, porque eu estava economizando para fazer essas compras na minha viagem aos Estados Unidos. Hehe! E a segunda, ser aprovada em todas as disciplinas da pós-graduação com nota A. Foi um ano bem intenso e trabalhoso, mas eu atingi minhas metas e terminei 2014 com a sensação de dever cumprido. Ufa!

14) O que você espera de 2015?
Espero que seja um ano tão bom quanto foi 2014 para mim e que eu encontre muito sucesso na minha profissão e nos meus projetos pessoais. Espero também que os meus verdadeiros amigos estejam sempre por perto, fazendo valer cada momento da minha vida.

E é isso! Espero que as respostas tenham sido interessantes... Não vou indicar a tag a ninguém, porque já estamos na metade de fevereiro (já?), mas se alguém achar interessante e quiser fazer, avise-me pelos comentários, para que eu possa ler suas respostas também. Combinado? Até a próxima, então.

14 fev 2015

Jane The Virgin é divertido e cheio de suspense...

Postado às 20:02 | 0 comentários
Categorias: Seriados

Um dos novos seriados que eu comecei a assistir no ano passado foi Jane The Virgin... Antes da estreia, eu assisti o teaser que a The CW divulgou sobre a nova série e já fiquei bem interessada. Lembro-me de ter visto alguma propaganda do seriado quando eu estava nos Estados Unidos e isso me chamou ainda mais a atenção. Quando o piloto foi ao ar, em outubro de 2014, eu baixei o episódio logo em seguida, para ver se era legal mesmo... E adorei! A história é bem diferente e inusitada: a personagem principal engravida, sem nunca ter transado. Calma, eu explico...

O seriado gira em torno de Jane Gloriana Villanueva (Gina Rodriguez), uma garçonete de 23 anos, bastante religiosa, que mora com sua mãe solteira e avó. Quando pequena, sua avó Alba (Ivonne Coll) lhe ensinou que ela não poderia voltar atrás se perdesse sua virgindade e, portanto, Jane fez uma promessa de apenas transar após o seu casamento. Jane namora com Michael (Brett Dier), um detetive policial extremamente apaixonado e que está prestes a fazer-lhe a grande pergunta. Em uma visita ao ginecologista, a médica responsável confunde as salas de suas pacientes e faz uma inseminação artificial por engano em Jane, com o esperma de Rafael Solano (Justin Baldoni). Petra Solano (Yael Grobglas), esposa de Rafael, era a paciente que estava na outra sala da clínica e que deveria ter recebido a inseminação, para fazer uma surpresa ao marido.

Jane The Virgin

Jane com sua avó, Alba, e sua mãe, Xiomara...

Dias depois, Jane descobre que está grávida, o que é um choque para todos, pois ainda é virgem. Ao retornar à clínica, a médica admite o seu erro e revela a identidade do dono do esperma. Jane descobre que o pai do seu futuro bebê é Rafael, um playboy que ela conheceu anos atrás em um clube onde trabalhou e com quem trocou um beijo na época. Agora, Jane precisa decidir se ficará com a criança ou a entregará a Rafael e Petra, que se ofereceram para criar o bebê. Michael, que agora está noivo de Jane, revela a ela que não quer começar seu casamento com uma criança de outro homem e pede a Jane que dê a criança ao casal. Quando Jane decide processar a médica pelo procedimento errôneo, acaba descobrindo que se trata de Luisa Alver, irmã de Rafael.

Jane The Virgin

Jane e Michael Cordero, seu noivo...

Após todas essas mudanças drásticas e muito inesperadas em sua vida, Jane também descobre que o astro internacional da telenovela "The Passion of Santos", Rogelio de la Vega (Jaime Camil), é seu pai biológico. Sua mãe, Xiomara Villanueva (Andrea Navedo), engravidou quando era muito jovem e não teve mais notícias do pai da criança, até que o reconheceu na televisão e o procurou para contar sobre Jane. Desde então, Rogelio está tentando se reaproximar da filha, que é a sua maior fã e não perde um episódio da telenovela... Bom, pelo menos antes de saber a verdade.

Jane The Virgin

Jane tirando um selfie com o astro da telenovela (e seu pai biológico), Rogelio de la Vega...

Mas nem tudo vai às mil maravilhas... Rafael descobre que sua esposa está tendo um caso com seu melhor amigo e só continua casada com ele, pois está interessada no seu dinheiro. Quando Jane descobre que Rafael e Petra estão se divorciando, decide que não entregará mais a criança a eles e que cuidará do bebê junto com seu noivo. Agora solteiro, Rafael começa a se aproximar de Jane, para acompanhar a gestação de seu filho, e coloca o noivado de Jane e Michael em risco. Mais tarde, Jane descobre que Michael já sabia toda a verdade sobre Petra e não havia contado a ela (pois ainda queria que Jane entregasse o bebê ao casal), o que faz o relacionamento dos dois ficar bastante frágil. Com isso, Jane e Rafael ficam cada vez mais próximos. Digo, bem próximos.

Jane The Virgin

Jane e Rafael... Como não amar?

Jane The Virgin

Fora a história relacionada à gravidez e as reviravoltas na vida de Jane, o seriado também envolve a investigação de alguns crimes em Miami, que acontecem no Hotel Marbella, onde Jane trabalha e que pertence a Rafael e sua família. Junto com sua parceira, a detetive Nadine Hansan, Michael está tentando desvendar todos os detalhes de uma operação ilegal que está ocorrendo no hotel e também quer descobrir a verdadeira identidade de Sin Rostro, o grande chefão.


Gosto do jeito como o seriado é apresentado... Todos os episódios são narrados por um locutor, em terceira pessoa, e tem legendas especiais em algumas cenas, explicando com mais detalhes quem são os personagens (de verdade) e o que está acontecendo. Como o seriado retrata uma família latina, muitos personagens falam em espanhol em diversas cenas, deixando a história com cara de novela mexicana, de uma forma engraçada. A avó de Jane, por exemplo, só fala em espanhol em todas as suas cenas. A história é muito divertida e bastante contagiante... E além disso, todos os acontecimentos estão interligados e acabam se transformando em uma imensa bola de neve, bastante interessante de assistir. Existem cenas de suspense, comédia, romance e até um pouco de drama.

Estou adorando muito o seriado e sempre corro para assistir o próximo episódio, assim que é lançado... O último exibido foi o episódio #13 e eu já estou ansiosíssima pelo décimo quarto. A série já está com a segunda temporada confirmada e promete ficar cada vez mais interessante... E adivinha quem já está shippando mais um casal? Eu, eu, eu.

Jane The Virgin

JAFAEL FOR THE WIN! :love:

12 fev 2015

Paraquedas

Postado às 16:38 | 3 comentários
Categorias: Textos

E, do nada, ele caiu de paraquedas na minha vida.

Eu estava distante, em outro mundo, pensando em outras coisas e querendo não me prender a nada. Querendo não me apegar a ninguém. No início, foi um pouco estranho. Falávamos idiomas diferentes e havia um mar de quilômetros entre nós dois. Mas acho que foi uma surpresa boa, algo fora do script, não planejado... Era diferente para mim e divertido também. Ele era divertido. E ele sabia o que estava fazendo.

Paraquedas

Sem que eu notasse, ele amarrou um fio de barbante em volta da minha bolha de sabão e foi me puxando lentamente para mais perto dele. Levei algum tempo para perceber que eu estava mudando de lugar, mas a nova paisagem parecia ser agradável, colorida também. Começamos a nos falar mais, conversar sobre assuntos aleatórios. Ainda estávamos em estágios diferentes, ele querendo se aproximar de mim e eu querendo recuar de qualquer situação incerta que pudesse me derrubar. Ele sabia muito sobre mim. Eu não sabia nada sobre ele.

Começamos a conversar mais e mais. Aos poucos, fui coletando informações sobre ele e percebi que ele era muito diferente do que deixava as pessoas perceberem... Ainda assim, ele era de um mundo muito afastado do meu, mas não tão divergente quanto eu imaginava. Passei a enxergar um pouco do que ele tinha por dentro, abaixo da máscara, e me surpreendi bastante. Ou talvez fosse apenas uma grande cena de teatro, nunca saberei. Mas isso fez minha barreira baixar um pouco e eu quis conhecê-lo mais a fundo, de verdade. Saber mais e me envolver mais.

E então uma noite mudou toda a nossa trajetória. Ou a minha, pelo menos... Acho que foram as palavras que trocamos, do jeito que trocamos, e eu pude ouvir a minha ficha caindo, fazendo um estrondo e ecoando dentro de um quarto vazio. Fiquei um pouco assustada, mas eu sei que era o que eu precisava ouvir para me deixar correr o risco. Tentar a sorte ou o azar. No dia seguinte, depois de um silêncio ensurdecedor, ele apareceu nos meus sonhos pela primeira vez. Acordar, depois de tudo aquilo, foi difícil. Algumas noites após aquela, ele apareceu novamente, dessa vez me deixando com vontade de nunca mais acordar. Mas eu pisei no freio, continuei indo devagar e sem pensar demais sobre isso. Fui apenas aproveitando os momentos, as conversas, os vácuos de horas entre uma mensagem e outra.

Ele não era comum e nem um pouco fácil de agradar. Ele sabia o que queria e estava planejando cada jogada com muita atenção para conseguir chegar lá, onde quer que isso fosse. Eu sabia que devia ser cautelosa, que não podia acreditar naquela história, que o jogo ia acabar antes mesmo da ampulheta chegar ao fim, mas os pequenos detalhes me diziam que eu deveria arriscar. Eu só queria que ele saísse da minha cabeça por alguns segundos, mas notei que isso tinha se tornado bastante impossível. Antes do que eu imaginei que pudesse acontecer, cheque-mate.

Tudo ficou mais claro quando eu senti o primeiro frio na barriga. São poucos os indivíduos que têm o privilégio de me causar esse fenômeno. E, geralmente, isso é um indicativo de que eu não posso mais voltar atrás. Aquilo apenas confirmou que as coisas estavam mesmo mudando e que eu estava indo para a direção errada. Os suspiros também vieram. Eu já não estava mais só, ele estava sempre comigo. À distância.

Ele se tornou presente em todos os dias da minha vida. Sem exceção. E, querendo ou não, isso estava me fazendo bem. Deixando-me um pouco ansiosa, mas de uma forma boa. Ele me fazia sorrir e me fazia pensar. Ele colocava muitas pulgas atrás da minha orelha... Era sempre ousado, muito ousado. E isso era bom, eu acho, porque eu sou certinha demais. Ele me tirava da minha zona de conforto e me fazia querer tentar de formas diferentes. Ele deu nó na minha cabeça, me deixou encarando o celular por horas e também me fez companhia quando eu estava a sós com os meus botões. Ele fez amizade com os meus botões e resolveu que não ia mais arredar os pés da minha cabeça. E eu disse "tudo bem, eu gosto de te ter por aqui."

Vou voltar para minha bolha de sabão...

Até ontem, ele era um estrangeiro para mim. E, de repente, eu queria ele mais perto, dentro da minha bolha de sabão. Eu queria colo, queria abraço, queria ele do meu lado. Eu queria acreditar nessa história louca e fingir que tudo estava como deveria estar. Mantive-me em alerta em todos os momentos, mas eu já não me importava mais com isso. Eu queria tirar os dois pés do chão e voar para onde o vento soprasse. Eu não queria pensar em fronteiras, não queria me preocupar com gasolina e pedágios. Ou milhas aéreas. Eu não queria pensar muito, porque eu sabia que o caminho seria interditado em breve, independente de qual fosse o obstáculo.

Depois de tanta euforia, desencontros e contradições, os ponteiros se desalinharam. Nada mais estava sincronizado. E, sinceramente, eu não estava preparada para isso. Eu não achei que tudo fosse se dissolver tão cedo, que a quilometragem fosse se tornar permanente. Os dias estavam contados e eu sabia disso. O mapa foi rasgado em duas partes, ele simplesmente não deu tchau e foi embora. Talvez para sempre, talvez por um longo intervalo de tempo. Talvez ele volte, talvez não. Talvez nunca mais. Eu não sei.

Agora eu vou juntar o paraquedas do chão e voltar para a minha bolha de sabão. Talvez eu nem devesse ter saído dela, estava mais segura lá. Mas de uma forma ou de outra, eu precisava disso para me mostrar que o lado esquerdo do meu peito não estava envolto por um iceberg, afinal de contas. Ele está lá, adormecido e se preparando para voos mais altos. Quando eu acertar o vento e as asas começarem a ganhar altura, tenho certeza de que a vista lá de cima será incrível. Por enquanto, o que eu sei é que sentirei falta deste paraquedista.